O homem fica deitado de costas e a mulher sentada sobre ele. Olhando nos olhos do parceiro e com o pênis dentro de seu corpo, a mulher faz deliciosos movimentos com os músculos vaginais, proporcionando um alto grau de satisfação para os dois através de uma combinação perfeita: penetração total e movimentos que mexem com o pênis por completo.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
O Par de Tenazes
O homem fica deitado de costas e a mulher sentada sobre ele. Olhando nos olhos do parceiro e com o pênis dentro de seu corpo, a mulher faz deliciosos movimentos com os músculos vaginais, proporcionando um alto grau de satisfação para os dois através de uma combinação perfeita: penetração total e movimentos que mexem com o pênis por completo.
A Posição da Égua
A Posição de Prensa
A mulher prende o parceiro, pressionando suas coxas contra as dele de forma a apertar o pênis, proporcionando assim um alto grau de excitação.
Fechadura Lado a Lado
O casal deverá decidir qual o lado mais confortável de maneira que possam fazer movimentos mais livres do que na posição "Fechadura".
Posição Fechadura
Mulher de Indra
Nesta posição as pernas da mulher devem estar bastante flexionadas, de forma que seus pés toquem o abdome do homem e seu bumbum fique apoiado sobre as coxas dele. Ele poderá oferecer muito prazer através da penetração e das carícias feitas nas coxas, bumbum e seios. A mulher pode aproveitar para tensionar os músculos vaginais e tornar esse momento ainda mais excitante.
Abertura Ampla
Escancarada Alternativa
Posição Escancarada
É basicamente a posição "papai e mamãe", com o diferencial das pernas da mulher que devem ficar esticadas com um certo ângulo em relação à coluna. Não há penetração máxima, mas quem disse que deve ficar só nisso?
Com um pouco de vinho, todo mundo fica a R$ 1,99
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| Elaine Aguillera | |||||||||||
Mulheres e homens sabem muito bem isso e usam a bebida a seu favor. O homem, interessado em uma noite de sexo (ou seja, quase sempre), faz uma linha romântica e pede uma boa garrafa de vinho para regar o encontro. Ele sabe que grande parte das mulheres fica tontinha - e, por conseqüência, fácil - com alguns goles da bebida de Dionísio e Baco. A mulher, por sua vez, usa o vinho com um bom álibi. Se a noite realmente terminar em sexo e ela se arrepender profundamente, não há dúvida, há somente um culpado: o famigerado líquido aclamado por gregos e romanos. O vinho realmente nos deixa a R$ 1,99* - mais livres, leves e soltos. Usamos então esse artifício para justificar eventuais comportamentos que nos comprometam. "Saí, transei, me esbaldei, mas não tenho nada a ver com isso, foi tudo culpa do vinho!", dizem alguns, desdenhando a responsabilidade pelos seus atos. Outros fazem o contrário. Sem coragem de fazer o que querem, se esbaldam no vinho para ficar mais sem-vergonha. Daí, colocam para fora o monstrinho que sempre tiveram dentro deles, mas que nunca assume sua cara diante da sociedade. "Somente com vinho consigo me soltar", dizem com uma pontinha de sofrimento. Muitos podem dizer que o mérito do sexo não poder ficar somente com vinho, que qualquer bebida altera nossa libido e nos leva a noites tórridas de amor. Ok, pode até ser verdade. Mas não há dúvida que o vinho tem uma conotação, ao mesmo tempo, de santidade e pecado que faz com que ele seja como o sexo: às vezes proibido, às vezes liberado, mas quase sempre delicioso. *Um agradecimento especial ao amigo que desenvolveu essa tese do R$ 1,99 | |||||||||||
Sexo a três
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"O meu namorado já tinha feito sexo a três há alguns anos. Ele me contou. Como já namoramos há quatro anos e meio, eu sentia que estava na hora de tentar coisas novas. Adoro transar com ele, mas queria variar. Então eu disse que queria chamar alguém pra transar. Mas claro que ele só aceitou se fosse uma menina", explicou Thaíse Monteiro, 28 anos, especialista em desenho industrial que pediu para ter seu nome alterado nesta reportagem. "Então convidamos uma amiga não muito próxima para jantar. Tínhamos certeza que ela aceitaria nossa investida, porque sabíamos que ela gostava disso. Eu estava excitadíssima, querendo ver o que aconteceria. Mas eu queria dar a iniciativa, então quando ela chegou dei um selinho de boas-vindas. Depois do jantar e de muito vinho falamos sobre sexo e acabamos nos acariciando no sofá. Meu namorado veio na mesma hora e ficou com a gente. Foi uma noite de sexo bom. Eu adorei, nunca tinha estado com uma mulher, apesar de já ter pensado nisso. Mas senti um pouco de ciúmes quando ele estava só com ela. É que resolvi só ficar olhando eles um tempo. Mas foi bobagem minha. De qualquer forma, nunca repetimos. Já está na hora!", contou Thaíse. Casais gays também sentem vontade de variar no sexo. Assim, buscam novos parceiros para uma noite mais "quente". "Eu e meu namorado saímos com outros caras. Na maioria das vezes, a gente se conhece pela Internet, então rola um papo antes, a gente acaba se conhecendo, para depois marcarmos algo. E se o cara for gente boa, até cria-se um laço de amizade", explica Gus, funcionário público de 28 anos. Porém, assim como em casos héteros, misturar amizade e transa também pode gerar conflitos. "Uma vez no bate-papo acabamos falando com um conhecido nosso sem saber. Só viemos a saber que era o nosso conhecido quando ele mandou a foto, só que quem não quis foi o cara, pois da nossa parte rolaria na boa", conta Gus. As conseqüências, no entanto, podem ser mais drásticas. "Eu transei com minha namorada e um amigo meu da faculdade e não foi legal. Quer dizer, no momento até foi. Transamos bastante. Mas acho que ela gostou demais e ele também. Fiquei muito grilado. Pensava nisso a toda hora, imaginando que eles iriam me trair. Foi horrível pra mim, porque ainda por cima era meu amigo... Achei que seria mais fácil por ser alguém próximo a mim...", disse Felipe Castanheiro, 26 anos, estudante de computação de Curitiba, que também pediu para ter seu nome alterado.
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Dicas para as preliminares
| Dicas para as preliminares | |
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Conheça o lugar onde os homens são escravos das mulheres
| Conheça o lugar onde os homens são escravos das mulheres | |
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Isso porque o Valhala é um lugar de supremacia feminina, onde os homens fazem papel de escravos e as mulheres de rainhas. O nome da casa é referência ao palácio das deusas guerreiras Valquírias, da mitologia nórdica, reconhecidas por sua força e destreza.
"Sempre me irritei com coisas como ser chamada de 'gostosa', 'tesão' ou 'delícia' quando saía à noite", diz Simone Martins, 25 anos, proprietária da casa e conhecida durante as brincadeiras como Rainha Naja muitos participantes preferem usar apelidos. "O meu sonho é que todas as mulheres sejam dominadoras".
Fetiche
Para começar, depois de passar pela porta de entrada, o homem não pode mais chamar a mulher pelo nome, mas sim de "senhora", "rainha" ou "deusa". Eles cumprimentam todas com beijos cavalheirescos na mão.
Daí para frente, todo fetiche de submissão masculina é válido, desde que não envolva sexo, dentro do BDSM sigla para bondage (imobilização), dominação e sadomasoquismo.
O mais comum é a podolatria: homens que adoram pés femininos. Eles beijam pés descalços ou calçados, com permissão da dominadora. A maioria tem ainda um costume incomum: colecionar meias usadas por mulheres. Eles chegam a pagar R$ 300 por um par. "Eu pago por uma meia, mas ela tem que estar suada", diz Paulo Lucas, escravo pessoal de Simone.
A podolatria evolui para o trampling, técnica que consiste em pisar em homens deitados no chão - os mais resistentes agüentam até 20 mulheres andando sobre eles ao mesmo tempo. Fingir ser um cachorro ou cavalo obedecendo aos desígnios da dona é outro fetiche comum.
Versão leve
No Valhala, tudo o que acontece é acompanhado de perto por Simone, que logo de cara alerta: "Não vá tentar em casa sem saber como fazer". Além disso, como o lugar é aberto ao público, as brincadeiras são feitas de uma forma leve, em comparação com o que acontece nas festas do gênero, normalmente fechadas, que se encontra por aí.
A própria Simone conta que já fez uma festa - para os praticantes assíduos - em uma fazenda. Os homens que se faziam de cachorros tinham de implorar para comer ração, correr atrás de brinquedos e latir. Os que preferiam ser cavalos tinham de carregar a dona nas costas, comer capim e dormir no estábulo.
No Valhala não se vê homens saindo machucados, e ninguém é obrigado a fazer o que não quer. Há, inclusive, preços diferentes para cada tipo de visitante. Os homens que vão para assistir pagam R$ 30 reais consumíveis. Os que vão para participar pagam R$ 30 sem consumo. Mulheres pagam apenas R$ 10 consumíveis e, se participarem da festa, podem ganhar drinques grátis. "O que está em jogo é o prazer. O homem sente prazer na submissão", diz Simone.
Quem freqüenta concorda. Priscila Feliz diz que "o poder de manipular e controlar vicia". Já Maligno, um dos homens mais animados do lugar diz que sente muito prazer no Valhala: "Sinto muito prazer. Qualquer coisa a que me submeto aqui me dá prazer. Mas, pelo contrário, se eu vir uma mulher vulgar na rua não me dá prazer".
| Mulher Samambaia diz que não se considera "mulherão" | |
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E toda essa timidez também a acompanha entre quatro paredes. Tanto que sua melhor transa foi com o atual namorado, o modelo Gustavo Mendonça, com quem está há aproximadamente um ano. "A transa mais especial que já tive foi com meu atual namorado, porque sempre fui muito tímida e ele me ensinou que não precisa ser assim", contou.
Porém, o pior sexo que já experimentou aconteceu na perda da virgindade aos 18 anos. "Minha primeira vez foi horrível. Eu não queria, mas meu namorado fazia pressão e insistia. Fui para a transa forçada e com medo", explica. "Fiquei traumatizada e acabei terminando com ele".
Segundo ela, para deixar o homem louco de tesão é necessário investir em lugares diferentes para fazer sexo. "Uma vez transei no estacionamento de uma loja. O segurança ainda se aproximou do meu carro por causa dos movimentos, mas não viu nada porque os vidros são escuros", contou.
Já na situação inversa, Danielle adora carícias no seio e diz sentir mais prazer quando fica de quatro. Entretanto, se você cruzar por aí com a gata, contenha-se nos elogios para não disparar uma cantada vulgar. "As piores cantadas são as apelativas, como chamar de gostosa", diz. Mas Samambaia não é aversa a elogios, ela até gosta de alguns que considera "engraçadinhos". "Gostei quando me disseram: Quero que você enfeite minha casa como samambaia", afirma.
Novas "Ronaldinhas" dizem que não usam calcinha
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A fama das irmãs veio depois que elas posaram juntas para edição de novembro da revista Sexy Premium. As duas, que se dizem fãs de Ronaldinho Gaúcho, contaram que sentem atração pelo jogador. "Temos uma fantasia, transaríamos com o Ronaldinho sim", diz Débora.
"Nos despimos para o Ronaldo, foi uma homenagem por meio da revista e ficamos sabendo que ele gostou", completou Suzana. Elas entregaram exemplares da revista para o jogador enquanto ele estava concentrado com a seleção brasileira em um hotel de São Paulo no dia 21 de novembro.
Débora faz o tipo tímida, mas revela que na cama é dominadora. "Depois de umas taças de vinho viro uma onça", conta. "E o homem tem que ficar quietinho, senão eu bato", explica. A Ronaldinha conta que quando a transa pega fogo ela se empolga muito e não se importa com puxões de cabelo e tapinhas na cara.
Já Suzana não esconde que é "tarada", como ela mesma se define. "Sou viciada em sexo. Faço todo dia. Se não estiver com alguém, dou conta sozinha", afirma. E dispensa até mesmo o uso de brinquedinhos, como o vibrador. "Não preciso de nada disso", diz.
As duas elegem a posição "de quatro" como a melhor. Mas Suzana deixa claro que tem um repertório variado: "faço de tudo entre quatro paredes".
E Débora usa um truque para apimentar o sexo. "Gosto de passar óleo de massagem em todo o corpo, meu e do parceiro. Além de ficar lindo, ajuda a deslizar, é demais."