quinta-feira, 14 de maio de 2009
Transando na Veterinaria
Meu relacionamento sexual com animais iniciou-se na época que fui trabalhar numa clinica veterinária como atendente onde fiquei responsável pelo banho e tosa dos animais.No início ficava um pouco constrangida quando dava banhos nos machos devido ao assanhamento deles e como tinha que lavar a genitália acabava passando a mão na pica deles e muitas das vezes dava vontade de segurar e masturbar aquela pica que me deixava exitada mas tinha receio e me controlava.Um dia quando fui dar banho em um pastor alemão como ele pulava em cima das minhas pernas e acabou abraçando minha coxa com suas patas fazendo movimentos de vai e vem a pica do animal encosta na minha canela tirando o maior sarro; e a Carla que é médica veterinária viu aquela cena me instigou a ter relações com o cão pastor.Ela começa acariciar o animal deitando ele cuidadosamente no chão e lambeu a pica do animal. Vendo ela exitar o animal passei a lamber a pica do animal juntamente com ela e não aguentando o tesão tirei minha roupa ficando totalmente pelada.Logo que me posicionei de quatro imediatamente ele sobe nas minhas costa envolvendo minha cintura com suas patas e de maneira abrutalhada ele tenta penetrar mas não acertava o local, então a Carla ajudou a direcionar a pica dele para minha vagina e logo senti a penetração e os seus movimentos bruscos me levou ao êxtase.Cada vez mais sentia a penetração da pica do animal invadindo minha vagina;quando derepente sinto uma dor intensa parecia que algo crescia dentro da minha buceta e então a Carla tentou me tranquilizar mandando eu relaxar dizendo que o nó da pica do animal tinha entrado dentro da minha buceta e cada vez mais sentia dor,então levei minha mão em direção a vagina notei um pouco de sangue na mão,assustada tentei fugir daquela situação mas não consegui desvincilhar daquela pica que havia descabaçado minha buceta. Novamente a Carla pede para me tranquilizar e relaxar dizendo que a dor que sentia ia passar e realmente logo a dor se misturou com prazer e acabei gozando intensamente sentindo sua porra preencher minha buceta indo a loucura de tanto prazer que pedia para ele inundar minha buceta de porra.Assim que a pica do animal saiu da minha buceta ainda estava pingando então eu e a Carla lambemos e chupamos a vara do animal ficando com o rosto todo melado.Depois de algum tempo a Carla começou a chupar minha buceta sugando toda a porra que tinha na minha buceta e isso me exitou novamente e acabamos nos entregando uma a outra.Num determinado momento ela amarrou o consolo na cintura e lentamente foi penetrando na minha vagina e quanto mais ela metia mais eu queria,derepente ela tirou todo consolo da minha buceta e voltou a enfiar novamente,só que dessa vez ela enterrou ele todo de uma vez me levando ao climax de desejo pedindo para ela me arrombar e quanto mais ela metia mais eu rebolava naquele piru de borracha que acabou me levando ao orgasmo.Dai para frente eu e a Carla trepamos todo dia com os animais que vão tomar banho na clinica; depois da intimidade sexual com o animal eu e a Carla continuávamos nossas intimidades nos entregando uma a outra em nossos desejos.
Fui violentada e adorei
Minha vida sempre foi normal, sem grandes aventuras. Mas isso estava para mudar no último Natal.
Estava as voltas com compras de última hora, com lojas superlotadas, filas em provadores, nos caixas, sendo q me atrasei e perdi o último ônibus para casa. Sem muitas opções, comecei a caminhar pelas ruas, agora já meio desertas. Apressei o passo, e comecei a ouvir passos atrás de mim. Cada vez q começava a andar mais rápido, percebia q o passo atrás de mim tb mudava o rítmo. Então resolvi correr. Corri umas 3 quadras e pensei q havia despistado quem quer q fosse q estivesse atrás de mim, contudo ao passar por um terreno baldio, ouço uma voz sair do nada dizendo: Onde a boneca vai com tanta pressa? dizendo isso segurou o meu braço. Tentei me desvenciliar, mas as mãos dele pareciam de ferro. Disse atrevidamente: não é do seu interesse.
Ele soltou uma gargalhada e começou a me puxar pelo braço, me fazendo caminhar contra minha vontade. Perguntei para onde ele estava me levando, disse q não iria a lugar algum com ele, tudo em vão. Ele continuava a me puxar, e qdo viu q eu ia criar dificuldades, me colocou nos seus ombros e me levou até uma construção q havia ali perto. Eu batia nas suas costas, esperneava as minhas pernas, mas isso só o fazia rir mais.
Chegando na construção, ele me jogou numa cama de palha q havia num canto, e ao mesmo tempo, já foi segurando meus braços para impedir de esmurrá-lo. Prendeu meus pulsos na cama e depois prendeu minhas pernas tb, deixando-as totalmente abertas. Depois rasgou minha blusa, expondo meus seios, cortou minha saia e minha calcinha me deixando totalmente exposta, à sua mercê. Como eu ainda me batia muito, me contorcia na cama, ele me deu uma bofetada q me deixou meio desacordada. Sentia suas mãos apertando meus seios, acariciando meu sexo, me penetrando com os dedos. Na semi-consciência, parecia q eu sonhava com o rapaz por quem sou apaixonada, ele me fazendo carinho, me masturbando, me fazendo gozar nos seus dedos. Qdo voltei em mim, o cara ria, e dizia: gozou, né putinha!!! agora é minha vez de gozar. E senti seu pau enorme me penetrando. Como havia gozado à pouco tempo, a penetração não foi ruim, até me deu uma sensação de prazer, talvez pq minha buceta ainda estivesse muito irrigada, tive uma sensação de gozo na hora q senti aquele baita pau me possuir. Isso o instigou mais, e ele me penetrava com vigor. Mordia meus seios, dava tapas nas minhas coxas, me chamava de putinha, de gostosa e foi nessa loucurada toda q ele gozou e me fez gozar novamente. Ele ficou sobre mim um bom tempo, o pau dele parecia q não ia mais amolecer, eu o sentia duro ainda dentro de mim. Ele soltou meus braços, minhas pernas, e me fez ficar de 4 na beirada da cama. Primeiro penetrou minha bucetinha novamente, me chamando de cadelinha, dizendo q eu tinha um rabinho lindo, e batendo com força no meu bumbum vez por outra, ou puxando meus cabelos longos. Depois resolveu penetrar o meu rabinho, implorei q não, q nunca tinha tido sexo anal antes, mas ele não teve piedade, penetrou meu rabinho na seca. Doeu muito, gritei, chorei, e cada vez q gritava, ele estocava mais forte, ordenou q eu me masturbasse com um cabo de martelo. Como não fiz de pronto, ele me deu umas boas cintadas, e resolvi obedecer. Minha bucetinha estava melecada com a porra dele, e comecei a me masturbar, só sei q logo eu estava gozando novamente, foi uma loucura!! ele me enrabando forte, me dando lambadas de cinta nas costas, no bumbum vez por outra, mas na hora do gozo, ele prendeu a cinta no meu pescoço e puxou, quase me deixando sem fôlego, gozei feito uma puta, uma cadela no cio. Caímos na cama extasiados. Tinha porra saindo do meu cuzinho, da minha bucetinha, e tudo doía. Dormimos assim, ele segurando a cinta q estava prendendo meu pescoço. No dia seguinte, acordei com ele me penetrando novamente. Ele me disse no meu ouvido: vc é minha de hoje em diante. Vc é minha putinha, minha cadela. Vou deixar vc viciada no meu pau sua putinha, vc vai vir aqui e implorar para eu te penetrar. Gozei, gozei, gozei. Depois ele me mostrou umas fotografias q tirou enqto eu dormia, eu toda nua, meu rabinho todo esporrado, minha bucetinha toda vermelha, e mais, ele me penetrando, ele me enrabando.
Depois disso, todos os dias, qdo estou no meu trabalho ele me liga e diz: quero vc já! e eu tenho q largar tudo o q estou fazendo para ir atendê-lo, até pq, qdo ele me diz isso, minha bucetinha já começa a piscar de excitação e não vejo a hora de sentí-lo me rasgando toda. Já perdi dois empregos por conta disso, mas continuo a serví-lo, até pq ele me disse q em breve não vou mais precisar trabalhar. Recentemente ele inovou, ao invés do cabo do martelo, ele trouxe um pivete q participa das nossas transas. Minha dupla penetração foi puro prazer e agora ele passa o tempo a fotografar eu e o pivete transando. Ele disse q vamos ganhar muito dinheiro com isso, e a foto q mais vende é o pivete me enrabando de 4, eu com uma coleira de cadela, uma guia, e o pivete com um chicotinho na mão, segundo a guia. Nossa próxima experiência vai ser um filminho, aguardem.
Estava as voltas com compras de última hora, com lojas superlotadas, filas em provadores, nos caixas, sendo q me atrasei e perdi o último ônibus para casa. Sem muitas opções, comecei a caminhar pelas ruas, agora já meio desertas. Apressei o passo, e comecei a ouvir passos atrás de mim. Cada vez q começava a andar mais rápido, percebia q o passo atrás de mim tb mudava o rítmo. Então resolvi correr. Corri umas 3 quadras e pensei q havia despistado quem quer q fosse q estivesse atrás de mim, contudo ao passar por um terreno baldio, ouço uma voz sair do nada dizendo: Onde a boneca vai com tanta pressa? dizendo isso segurou o meu braço. Tentei me desvenciliar, mas as mãos dele pareciam de ferro. Disse atrevidamente: não é do seu interesse.
Ele soltou uma gargalhada e começou a me puxar pelo braço, me fazendo caminhar contra minha vontade. Perguntei para onde ele estava me levando, disse q não iria a lugar algum com ele, tudo em vão. Ele continuava a me puxar, e qdo viu q eu ia criar dificuldades, me colocou nos seus ombros e me levou até uma construção q havia ali perto. Eu batia nas suas costas, esperneava as minhas pernas, mas isso só o fazia rir mais.
Chegando na construção, ele me jogou numa cama de palha q havia num canto, e ao mesmo tempo, já foi segurando meus braços para impedir de esmurrá-lo. Prendeu meus pulsos na cama e depois prendeu minhas pernas tb, deixando-as totalmente abertas. Depois rasgou minha blusa, expondo meus seios, cortou minha saia e minha calcinha me deixando totalmente exposta, à sua mercê. Como eu ainda me batia muito, me contorcia na cama, ele me deu uma bofetada q me deixou meio desacordada. Sentia suas mãos apertando meus seios, acariciando meu sexo, me penetrando com os dedos. Na semi-consciência, parecia q eu sonhava com o rapaz por quem sou apaixonada, ele me fazendo carinho, me masturbando, me fazendo gozar nos seus dedos. Qdo voltei em mim, o cara ria, e dizia: gozou, né putinha!!! agora é minha vez de gozar. E senti seu pau enorme me penetrando. Como havia gozado à pouco tempo, a penetração não foi ruim, até me deu uma sensação de prazer, talvez pq minha buceta ainda estivesse muito irrigada, tive uma sensação de gozo na hora q senti aquele baita pau me possuir. Isso o instigou mais, e ele me penetrava com vigor. Mordia meus seios, dava tapas nas minhas coxas, me chamava de putinha, de gostosa e foi nessa loucurada toda q ele gozou e me fez gozar novamente. Ele ficou sobre mim um bom tempo, o pau dele parecia q não ia mais amolecer, eu o sentia duro ainda dentro de mim. Ele soltou meus braços, minhas pernas, e me fez ficar de 4 na beirada da cama. Primeiro penetrou minha bucetinha novamente, me chamando de cadelinha, dizendo q eu tinha um rabinho lindo, e batendo com força no meu bumbum vez por outra, ou puxando meus cabelos longos. Depois resolveu penetrar o meu rabinho, implorei q não, q nunca tinha tido sexo anal antes, mas ele não teve piedade, penetrou meu rabinho na seca. Doeu muito, gritei, chorei, e cada vez q gritava, ele estocava mais forte, ordenou q eu me masturbasse com um cabo de martelo. Como não fiz de pronto, ele me deu umas boas cintadas, e resolvi obedecer. Minha bucetinha estava melecada com a porra dele, e comecei a me masturbar, só sei q logo eu estava gozando novamente, foi uma loucura!! ele me enrabando forte, me dando lambadas de cinta nas costas, no bumbum vez por outra, mas na hora do gozo, ele prendeu a cinta no meu pescoço e puxou, quase me deixando sem fôlego, gozei feito uma puta, uma cadela no cio. Caímos na cama extasiados. Tinha porra saindo do meu cuzinho, da minha bucetinha, e tudo doía. Dormimos assim, ele segurando a cinta q estava prendendo meu pescoço. No dia seguinte, acordei com ele me penetrando novamente. Ele me disse no meu ouvido: vc é minha de hoje em diante. Vc é minha putinha, minha cadela. Vou deixar vc viciada no meu pau sua putinha, vc vai vir aqui e implorar para eu te penetrar. Gozei, gozei, gozei. Depois ele me mostrou umas fotografias q tirou enqto eu dormia, eu toda nua, meu rabinho todo esporrado, minha bucetinha toda vermelha, e mais, ele me penetrando, ele me enrabando.
Depois disso, todos os dias, qdo estou no meu trabalho ele me liga e diz: quero vc já! e eu tenho q largar tudo o q estou fazendo para ir atendê-lo, até pq, qdo ele me diz isso, minha bucetinha já começa a piscar de excitação e não vejo a hora de sentí-lo me rasgando toda. Já perdi dois empregos por conta disso, mas continuo a serví-lo, até pq ele me disse q em breve não vou mais precisar trabalhar. Recentemente ele inovou, ao invés do cabo do martelo, ele trouxe um pivete q participa das nossas transas. Minha dupla penetração foi puro prazer e agora ele passa o tempo a fotografar eu e o pivete transando. Ele disse q vamos ganhar muito dinheiro com isso, e a foto q mais vende é o pivete me enrabando de 4, eu com uma coleira de cadela, uma guia, e o pivete com um chicotinho na mão, segundo a guia. Nossa próxima experiência vai ser um filminho, aguardem.
Um monte de pica em mim
Oi, meu nome é Dani, tenhos uns seios grandes, 1,70m, cabelos pretos e todos dizem que sou um tesão. Esta história passou-se à um ano atrás mas ainda hoje me dá tensão. Passou-se no dia em que fiz 16 anos (hoje tenho 19), no 28/08/1999. Decidi comemorar, saindo com uma amiga. Quando chegamos à danceteria, já tava um bocado alta (já tinhamos parado nuns bares no caminho) e reparei que havia um garoto que nao tirava os olhos de mim, também não era para menos, tava bem sexy, com uma minisaia que mostrava as minhas pernas grossas e bem torneadas, deixando quase ver minha bundinha e um top bastante decotado que deixava adivinhar os meus seios fartos. Ao fim de algum tempo de lá estar o moço foi se aproximando e eu, levanda pela bebida, fui me deixando levar, quando dei por mim já me beijava o pescoço passando rapidamente para a minha boca, ele tava bem junto a mim e eu conseguia sentir o seu membro se roçando na minha xana, isso tava me deixando louca e não demorou muito até que a minha mao pousasse no seu pau, nesse momento a discoteca estava cheia e ja nem via minha amiga, tava encostada a uma parede e ele me tocando nos seios por cima do top e descendo até minha xana, queria que ele metesse akele pau em mim. Tremendo de tensão puxei até ao banheiro, na altura nem dei conta k era o banheiro dos homens. Assim que entramos ele, sem cerimonia nenhuma pos a mao na minha xana e começou a enfiar primeiro um, depois dois dedos em mim nessa altura eu tava completamente louca. Até akela altura sempre havia sido muito timida em relação oa sexo, sempre fazia papai e mamae e era muito recatada na cama. Começei a desapertar o ziper das calças e tirei akele membro, k tevia ter uns 22 ou 23cm e comecei a fazer um deliciosa punheta, para depois o enfiar todo na minha boca, era tão grande k quase vomitei, mas consegui me controlar, chupei como se fosse a ultima pica do mundo durante uns 5 minutos, até k ele me levantou e de pé contra a parede e com as pernas afastadas ele enfiou tudo em mim de uma só vez, doeu um pouco devido à violencia mas logo a dor passou e começei a pedir mais, quando senti que nao faltavam muito para ele gozar tirei da minha xana e chupei novamente, ele gozou na minha boca e eu adorei, durante todo este tempo ninguem entrou no banheiro, mas nakele momento kd a porra entrava na minha boca, entraram dois caras, k ao verem akilo, disseram k tb keriam e se eu nao desse para eles, chamavam o gerente, imaginando k meus pais pudiam saber e tb pk ainda nao tinha gozado aceitei, eles exitados com a cena k viram, foram logo baixando as calças, fiquem de 4 com um na minha boceta e outro na minha boca, de repente o k me tinha fudido saiu e voltou com mais 3 caras prontos para me foder, akilo me exitava cada vez mais, sempre fui muito recatada mas adoro pica e nunca tive coragem para fazer akilo, o k fudia minha xana enfia tudo violentamente, senti ele tirar me lamber meu cuzinho, levantou e começou a meter, nunca ninguem tinha me fudido por tras e disse-lhe k nao keria, ele disse \"cala a boca, k vou te foder como uma cadela k tu é\", enfiou td e doeu muito, mas me deixava com mais tesão do k já tava eles gozaram me enchendo de porra na boca e no cu, nao demorou ate que outros tomassem o lugar deles. Desta vez, sentada em cima de um deles cavalgando gostoso na minha buceta e chupando, quando vem um por tras e enfia tudo no meu cuzinho, quase enlouqueci com todas akelas picas em mim, perdi a conta em quantos caras me fuderam ali pk cada vez entravam mais e me fudiam varios de cada vez me penetrando violentamente, diziam obscinidades me chamavam de cadela e puta e diziam k eu ia ser fudida de toda a meneira e eu gozando vezes sem conta. Sai do banheiro completamente molhada e cheia de porra, mas foi a experiencia mais exitante k tive. Agora adoro k me fodam violentamente até já pedi para meu macho me \"estrupar\", e adoro sexo grupal com desconhecidos. Se gostaram do conto e querem partilhar experiências (muito agradáveis) me escrevam.
Minha Linda Professora
Olá, tenho 29 anos olhos verdes, boca carnuda, cabelo loiro, um corpo não muito perfeito mas, seios de causarem inveja a muitas mulheres.
Isso que vou relatar occoreu comigo quando eu estava no Primeiro Colegial, tinhaos meus 15 anos!!!
Eu tinha uma professora, de Matemática que dava aula para mim desde a quinta série.Ela tinha 38 anos e um corpo maravilhoso além de ser uma pessoa totalmente educada e meiga...seios pequenos e uma bunda maravilhosa.
Eu praticamente AMAVA aquela mulher..contava as horas para ter aula com ela e sempre que podia , ficava contemplando aquele corpo lindo.
Um certo dia ela percebeu que eu estava com muita dúvida em matemática, nunca fui boa em exatas...Se dirigiu até mim e falou:
--Jéssica(não verídico), eu percebi que vc tem muita dificuldade nessa matéria.
--É verdade professora, parece que cada vez complica mais...
--Olha, se vc quiser, eu estou dando aulas particulares na minha casa mas, como vc é minha aluna QUERIDA vc pode ir pela primeira vez só para experimentar, sem pagar nada!
--Tudo bem!!Eu apareço lá sim prof!!!!
--Te espero hoje tá?
--Ok!
Era tudo que eu sempre quis..passar uma tarde com o amor da minha vida, com aquela mulher maravilhosa do meu lado.O meu sonho estava se realizando...
Quando entrei no elavador para ir até o apê dela, já estava molhadinha só pela ansiedade.Bati na porta e ela veio me atender só de ropão...EU QUASE MORRI...
--Oi Jé!!!Chegou cedo hein???
--Ai prof, desculpa, é que eu estava aqui no bairro e decidi vim logo..estou atrapalhando alguma coisa???
Nesse momento sai um homem de mais ou menos uns 30 anos do quarto dela...fechando as calças e colocando a camisa.Ela totalmente sem ter o que dizer, ficou toda vermelha.
--Nossa Jé!Eu é que tenho que te pedir desculpas...É que eu estava aqui com o Bruno, um amigo meu..
--Amigo???
--É sim..meu amigo!!!
Nesse instante o suposto amigo dela abriu a porta e saiu do APÊ.
--Achei que fosse seu namorado.
--Bom, na verdade, ele é um antigo namorado.Ás vezes nós temos umas recaidas entende??
--Entendo sim...Ele é muto bonito...gostoso...
Nós rimos muito com esse comentário.Eu fiquei mais a vontade e ela mais descontraída.
Começamos a conversar sobre vários assuntos, esquecemos os estudos e o assunto logo partiu para os meus namorados, os meus ficantes e finalmente SEXO.
Ela parecia uma amiga minha, começou a me falar como eram as transas dela com o tal Bruno e fez algumas perguntas meio que indiscretas à mim...mais bem que eu gostei...
--E vc Jéssica??Ainda é Virgem né???
--Sim Claro..até o casamento!!!
--Lógico...mas...vc já sentiu vontade né?
--Vontade...de..de transar?
--É..já?
--Claro..sempre!!!
--Risos...mas...só com homens né?
Depois dessa pergunta dela eu me senti tão exitada, comecei a olhar pra aquelas pernas maravilhosas...aquela bunda linda e não resisti...
--Não...Sabe...na verdade, com algumas mulheres também eu sinto vontade.
--Eu tenho que te confessar uma coisa!Eu também!!
O caminho estava livre pra mim..ela me dizendo que tinha tesão por mulheres!!Meu Deus, eu já não conseguia parar sentada..
--Sabe, as mulheres são mais fofas, meigas, gostosas..não concorda comigo Jéssica???
--Claro que concordo!!Principalmente as mais maduras..
--Vc está querendo dizer...que me acha, fofa???
--Fofa, gostosa, meiga, linda...
Ela olhava pra mim com uma espressão de surpresa mas ao mesmo tempo de tesão.
--Jura???Que bom ouvir isso de vc..rs..vc tb Jé..é muto linda e tem um corpo muito gostosinho..vai fazer muito sucesso ainda.Mas me diz uma coisa..já teve alguma relação com mulher?Eu digo bjou alguma mulher??
--Não prof...sab, a mulher que eu quero bja, ela é bem mais velha, mais madura...e ela parece que não percebe...eu tb, não quero só Bja...quero fazer amor bem gostoso!!!
Nesse instante ela segurou forte na minha mão e me levantou...fiquei frente a frente com ela...cara a cara...ela chegou bem pertinho da minha boca e disse:
--A mulher na qual vc se refere percebe sim...
E me deu o maior bjo da minha vida, ela brincava com a minha lingua, mordia meus lábios...suas mãos escorregavam para os meus seios e eu apertava com volúpia aquela bunda linda e gostosa...
Enquanto eu mordiscava o seu pescoço ela me dizi gemendo:
--Nossa Jé..vc é boa nisso em amorzinho???Que delícia...
Mas, em um momento ela se afastou de mim e convidou-me a ir para o seu quarto terminar a festinha e fazer um amor gostoso!!!
Entramos no quarto, ela me sentou na cama e ficou de frente para mim dizendo:
--A sua mulher tá aqui...você pode fazer o que quiser comigo amorzinho!!!!!!!O que vc sempre sonhou..vem...
Tirou o roupão e ficou nua na minha frente...que buceta linda, raspadinha...barriguinha definida...uma Deusa!
Ela empurrou minha cabeça contra os seus peitos fazendo eu chupar aqueles biquinhus lindos...eu mordia, brincava com eles, passava minha lingua e ela gemia pra mim, me chamava de amorzinho e mandava eu chupar..mais e mais!!
Depois ela me deitou na cama e ficando por cima de mim, foi tirando peça por peça...primeiro minha blusa e depois meu sutiã, revelando os meus seios...
--Nossa amorzinho, como eles são lindos, gostosonhus, grandes..dexa eu mamar neles???
--Claro!Mama bem gostoso tá?Chupa bem gostosinho prof..assim...aiii...morde eles morde!!!
Ela chupava e fazia a festa nos meus seios...foi descendo e tirando a minha calça e depois a minha calcinha...lambendo a minha virilia...eu fui aos céus...vi estrelas...foi chegando no meu clitóris..passava a lingua por toda a extensão da minha xaninha e colocava a lingua no meu buraquinho dizendo:
--Amorzinho, eu sei que vc eh virgenzinha mas eu vou meter nessa sua bucetinha quente posso?
--Pode prof...me enlouquece vai..me arromba...
Ela meteu mutio na minha bucetinha virgem...eu gritava de dor e de tesão...e ela continuava me comendo com 1 2 3 dedos...
Foi maravilhosa a nossa noite de amor!!!
Logo após gozarmos muito fomos tomar um banho onde ela virou minha cadelinha e eu meti gostoso naquea bundona sarada até ela colocar todo akele suco na minha boquinha linda...
Nós continuamos fazendo mutio sexo durante alguns meses...até ela reatar com o namorado Bruno..mas depois nós ainda nos envolvemos novamente e tivemos várias outras aventuras....mas isso já eh outro conto...
Até mais!
Isso que vou relatar occoreu comigo quando eu estava no Primeiro Colegial, tinhaos meus 15 anos!!!
Eu tinha uma professora, de Matemática que dava aula para mim desde a quinta série.Ela tinha 38 anos e um corpo maravilhoso além de ser uma pessoa totalmente educada e meiga...seios pequenos e uma bunda maravilhosa.
Eu praticamente AMAVA aquela mulher..contava as horas para ter aula com ela e sempre que podia , ficava contemplando aquele corpo lindo.
Um certo dia ela percebeu que eu estava com muita dúvida em matemática, nunca fui boa em exatas...Se dirigiu até mim e falou:
--Jéssica(não verídico), eu percebi que vc tem muita dificuldade nessa matéria.
--É verdade professora, parece que cada vez complica mais...
--Olha, se vc quiser, eu estou dando aulas particulares na minha casa mas, como vc é minha aluna QUERIDA vc pode ir pela primeira vez só para experimentar, sem pagar nada!
--Tudo bem!!Eu apareço lá sim prof!!!!
--Te espero hoje tá?
--Ok!
Era tudo que eu sempre quis..passar uma tarde com o amor da minha vida, com aquela mulher maravilhosa do meu lado.O meu sonho estava se realizando...
Quando entrei no elavador para ir até o apê dela, já estava molhadinha só pela ansiedade.Bati na porta e ela veio me atender só de ropão...EU QUASE MORRI...
--Oi Jé!!!Chegou cedo hein???
--Ai prof, desculpa, é que eu estava aqui no bairro e decidi vim logo..estou atrapalhando alguma coisa???
Nesse momento sai um homem de mais ou menos uns 30 anos do quarto dela...fechando as calças e colocando a camisa.Ela totalmente sem ter o que dizer, ficou toda vermelha.
--Nossa Jé!Eu é que tenho que te pedir desculpas...É que eu estava aqui com o Bruno, um amigo meu..
--Amigo???
--É sim..meu amigo!!!
Nesse instante o suposto amigo dela abriu a porta e saiu do APÊ.
--Achei que fosse seu namorado.
--Bom, na verdade, ele é um antigo namorado.Ás vezes nós temos umas recaidas entende??
--Entendo sim...Ele é muto bonito...gostoso...
Nós rimos muito com esse comentário.Eu fiquei mais a vontade e ela mais descontraída.
Começamos a conversar sobre vários assuntos, esquecemos os estudos e o assunto logo partiu para os meus namorados, os meus ficantes e finalmente SEXO.
Ela parecia uma amiga minha, começou a me falar como eram as transas dela com o tal Bruno e fez algumas perguntas meio que indiscretas à mim...mais bem que eu gostei...
--E vc Jéssica??Ainda é Virgem né???
--Sim Claro..até o casamento!!!
--Lógico...mas...vc já sentiu vontade né?
--Vontade...de..de transar?
--É..já?
--Claro..sempre!!!
--Risos...mas...só com homens né?
Depois dessa pergunta dela eu me senti tão exitada, comecei a olhar pra aquelas pernas maravilhosas...aquela bunda linda e não resisti...
--Não...Sabe...na verdade, com algumas mulheres também eu sinto vontade.
--Eu tenho que te confessar uma coisa!Eu também!!
O caminho estava livre pra mim..ela me dizendo que tinha tesão por mulheres!!Meu Deus, eu já não conseguia parar sentada..
--Sabe, as mulheres são mais fofas, meigas, gostosas..não concorda comigo Jéssica???
--Claro que concordo!!Principalmente as mais maduras..
--Vc está querendo dizer...que me acha, fofa???
--Fofa, gostosa, meiga, linda...
Ela olhava pra mim com uma espressão de surpresa mas ao mesmo tempo de tesão.
--Jura???Que bom ouvir isso de vc..rs..vc tb Jé..é muto linda e tem um corpo muito gostosinho..vai fazer muito sucesso ainda.Mas me diz uma coisa..já teve alguma relação com mulher?Eu digo bjou alguma mulher??
--Não prof...sab, a mulher que eu quero bja, ela é bem mais velha, mais madura...e ela parece que não percebe...eu tb, não quero só Bja...quero fazer amor bem gostoso!!!
Nesse instante ela segurou forte na minha mão e me levantou...fiquei frente a frente com ela...cara a cara...ela chegou bem pertinho da minha boca e disse:
--A mulher na qual vc se refere percebe sim...
E me deu o maior bjo da minha vida, ela brincava com a minha lingua, mordia meus lábios...suas mãos escorregavam para os meus seios e eu apertava com volúpia aquela bunda linda e gostosa...
Enquanto eu mordiscava o seu pescoço ela me dizi gemendo:
--Nossa Jé..vc é boa nisso em amorzinho???Que delícia...
Mas, em um momento ela se afastou de mim e convidou-me a ir para o seu quarto terminar a festinha e fazer um amor gostoso!!!
Entramos no quarto, ela me sentou na cama e ficou de frente para mim dizendo:
--A sua mulher tá aqui...você pode fazer o que quiser comigo amorzinho!!!!!!!O que vc sempre sonhou..vem...
Tirou o roupão e ficou nua na minha frente...que buceta linda, raspadinha...barriguinha definida...uma Deusa!
Ela empurrou minha cabeça contra os seus peitos fazendo eu chupar aqueles biquinhus lindos...eu mordia, brincava com eles, passava minha lingua e ela gemia pra mim, me chamava de amorzinho e mandava eu chupar..mais e mais!!
Depois ela me deitou na cama e ficando por cima de mim, foi tirando peça por peça...primeiro minha blusa e depois meu sutiã, revelando os meus seios...
--Nossa amorzinho, como eles são lindos, gostosonhus, grandes..dexa eu mamar neles???
--Claro!Mama bem gostoso tá?Chupa bem gostosinho prof..assim...aiii...morde eles morde!!!
Ela chupava e fazia a festa nos meus seios...foi descendo e tirando a minha calça e depois a minha calcinha...lambendo a minha virilia...eu fui aos céus...vi estrelas...foi chegando no meu clitóris..passava a lingua por toda a extensão da minha xaninha e colocava a lingua no meu buraquinho dizendo:
--Amorzinho, eu sei que vc eh virgenzinha mas eu vou meter nessa sua bucetinha quente posso?
--Pode prof...me enlouquece vai..me arromba...
Ela meteu mutio na minha bucetinha virgem...eu gritava de dor e de tesão...e ela continuava me comendo com 1 2 3 dedos...
Foi maravilhosa a nossa noite de amor!!!
Logo após gozarmos muito fomos tomar um banho onde ela virou minha cadelinha e eu meti gostoso naquea bundona sarada até ela colocar todo akele suco na minha boquinha linda...
Nós continuamos fazendo mutio sexo durante alguns meses...até ela reatar com o namorado Bruno..mas depois nós ainda nos envolvemos novamente e tivemos várias outras aventuras....mas isso já eh outro conto...
Até mais!
MINHA PRIMEIRA VEZ. SEDUZIDA POR UMA GAROTA DE 14 ANOS.
Quando vim do interior para morar em Salvador, eu já tinha ideia de minha sexualidade, apesar de só ter 17 anos. Eu nunca havia experimentado nenhuma sensacao com outra mulher, mas sabia que gostava delas também. E
muito. Virgem de mulher permaneci por mais um ano, até vir morar na república uma garota de 14 anos. Assim passo a narrar como tudo aconteceu. Eu estava no banho, quando Helena bateu na porta do banheiro dizendo que queria escovar.
Isto era normal entre nós: dividir o banheiro. Ela entrou e ficou observando eu me secar, pois já havia acabado o banho. Ela se esqueceu de escovar. Para minha surpresa, ela exclamou: que triângulo lindo. Referindo-se a minha buça raspada e com o triângulo no meio. Eu tremi. Sem graça perguntei se ela havia gostado, mesmo. Falei que havia acabado de fazer aquilo. Iria encontrar com meu namorado. Ela ficou um pouco triste. Mas parece que estava decidida. E assim me perguntou se poderia olhar mas de perto. Eu respondi que sim, mas sem acreditar. Mas como acreditar, ela só tinha 14 anos. Ela abaixou e ficou olhando de pertinho por alguns segundos, nao se conteve e pediu-me para passar a mao. Lógico que respondi sim. Mas meu sim foi tao rápido e ela estava tão decidida que ela ao invés de passar a mao ela passou a língua. Foi delicioso, parecia uma profissional. Parece que pessoas já nascem com um dom para algumas coisas. Meu namorado nao chegava aos pés
dela. Aliás ninguem nunca me chupou igual a ela. Eu estava em pé. Trêmula. Não agüentei. Pedi que ela se levantasse e me desse um beijo, era melhor a gente continuar em um outro momento. Logo em seguida bateram na porta.
Abrimos. Era uma outra garota querendo entrar. Ela nos olhou toda desconfiada. Acho que percebeu nosso nervosismo. Eramos inexperiente. Aconteceram várias outras transas nossas, até se tornar público e a nossa conseqüente separação. Para quem gosta de morena, baixa, tenho 24 anos: lucia_bi@zipmail.com.br. Gosto de mulheres femininas.
muito. Virgem de mulher permaneci por mais um ano, até vir morar na república uma garota de 14 anos. Assim passo a narrar como tudo aconteceu. Eu estava no banho, quando Helena bateu na porta do banheiro dizendo que queria escovar.
Isto era normal entre nós: dividir o banheiro. Ela entrou e ficou observando eu me secar, pois já havia acabado o banho. Ela se esqueceu de escovar. Para minha surpresa, ela exclamou: que triângulo lindo. Referindo-se a minha buça raspada e com o triângulo no meio. Eu tremi. Sem graça perguntei se ela havia gostado, mesmo. Falei que havia acabado de fazer aquilo. Iria encontrar com meu namorado. Ela ficou um pouco triste. Mas parece que estava decidida. E assim me perguntou se poderia olhar mas de perto. Eu respondi que sim, mas sem acreditar. Mas como acreditar, ela só tinha 14 anos. Ela abaixou e ficou olhando de pertinho por alguns segundos, nao se conteve e pediu-me para passar a mao. Lógico que respondi sim. Mas meu sim foi tao rápido e ela estava tão decidida que ela ao invés de passar a mao ela passou a língua. Foi delicioso, parecia uma profissional. Parece que pessoas já nascem com um dom para algumas coisas. Meu namorado nao chegava aos pés
dela. Aliás ninguem nunca me chupou igual a ela. Eu estava em pé. Trêmula. Não agüentei. Pedi que ela se levantasse e me desse um beijo, era melhor a gente continuar em um outro momento. Logo em seguida bateram na porta.
Abrimos. Era uma outra garota querendo entrar. Ela nos olhou toda desconfiada. Acho que percebeu nosso nervosismo. Eramos inexperiente. Aconteceram várias outras transas nossas, até se tornar público e a nossa conseqüente separação. Para quem gosta de morena, baixa, tenho 24 anos: lucia_bi@zipmail.com.br. Gosto de mulheres femininas.
Fodida por papai no chuveiro
Meus pais são divorciados há muito anos, na verdade não tenho muitas lembranças deles dois juntos. Lembro-me que nas férias escolares sempre passava alguns dias na casa de papai. Gostava de ir ao Maracanã assistir aos jogos com ele. Nunca pensei nele como homem, nossa relação sempre foi de muito respeito. Com o passar dos anos deixei de ir ao Maracanã, já estava ficando mocinha e achei outras coisas mais “interessantes” para fazer. Quando fiz 14 anos papai se casou de novo com uma espanhola chamada Perlla. Papai sempre foi um “tipão”, gostava muito de esportes, tinha um corpo bem definido. Mamãe ao contrário já estava meio acabadinha e os seus 11 anos a mais que papai a envelhecia bastante. Talvez por isso o casamento não deu certo. Acho até que ela ainda gostava dele, pois andou falando horrores da tal Perlla. Após o casamento papai foi morar na Espanha e só conseguia contato com ele através de telefone e cartões postais. Dois anos depois o casamento acabou e papai voltou para o Brasil. Fui ao aeroporto buscá-lo, mamãe não quis ir, ainda estava magoada com ele. No saguão do aeroporto vi papai desembarcar, alto, com pinta de galã e nossa como estava bonito! Aproximei dele comovida e o abracei com ternura. Ele tirou os óculos escuros e me olhou surpreso: “Nossa, como você cresceu, está uma moça!”. Sempre considerei-me bonita, não tenho olhos verdes ou cabelos escorridos, mas tenho um corpo bem feito. Não malho em academia pois acho uma chatice, mas pratico esportes, jogo vôlei e gosto de correr pela orla da praia. Tive alguns namorados, sempre fui muito popular no colégio, mas não me interesso muito por garotos da minha idade. Cheguei com papai no apartamento dele (papai teve a sensatez de não se desfazer do imóvel!), era um apartamento grande para um homem sozinho, dois quartos, sala, banheiro, cozinha e uma varandinha que dava para rua. Assim que chegamos papai recebeu alguns telefonemas (aposto que eram de suas inúmeras “amiguinhas”), não quis falar muita coisa na minha frente e disse que iria à portaria falar com uma pessoa. Não me importei e fui para cozinha preparar qualquer coisa para comermos. Da cozinha não dá para ver o que acontece no resto do apartamento, por isso não vi quando ele chegou e entrou no banheiro. Com o calor que estava fazendo, o ar condicionado de papai estava em manutenção, devido ao tempo que ele esteve fora, por isso teríamos que nos virar como pudéssemos. Deixei as panelas no fogo, fui para o quarto, tirei a roupa e peguei um roupão de papai. Parece bobagem, mas sempre vesti um roupão para tomar banho. Fui direto para o banheiro aliviar um pouco o calor, a porta estava encostada e ouvi uns gemidos vindo do boxe. Como a curiosidade era grande entrei devagarzinho para ouvir melhor. Fiquei parada meio abobada na porta do banheiro, acho que papai percebeu a minha presença, pois não ouvi mais os gemidos. Eu constrangida perguntei: “Papai já acabou?” Ele saiu nuzinho do boxe sem o menor constrangimento com o pau ainda duro. Olhei instintivamente para seu pau duro a flutuar no ar apontado para o teto, acho que devo ter olhado muito porque foi ele que desconversou: “Não vai tomar seu banho?”. Sorri para ele e entrei no boxe, pendurei o roupão na porta e abri o chuveiro. Não demorou muito vi a porta do boxe abrir. Papai entrou peladão , disse que tinha esquecido a cueca no meio do sabonete (papai era meio desorganizado). Fingi não esquentar e fechei os olhos. Seu corpo grande nos comprimia no boxe, deixávamos muito próximos. Senti seu pau roçar na minha bundinha, mas achei que deveria ter sido sem querer. Continuei de olhos fechados e senti de novo, dessa vez com um pouco mais de pressão. Fiquei sem ação e ao mesmo tempo meio excitada. Não queria acreditar que o meu pai estava roçando em mim! Ele com a voz meio esquisita disse: “Que maravilha está a minha filhinha, como você desenvolveu!”. Sem cerimônia apalpou meus seios. “Como estão grandes, iguais ao de sua mãe”. Puxou meus mamilos que a esta altura já estavam mais do que duros. Ficou puxando como se faz nos bicos das mamadeiras. “Que delícia os peitinhos da minha filha”. Não sei o que me deu na hora, gemi baixinho. Ele então incentivado pegou seu pau e ficou brincando na porta da minha xoxotinha. “Será que cabe?”. Desceu a língua pelo meu pescoço e ainda de costas enfiou dois dedinhos dentro de mim. “Esta toda meladinha que delícia!”. Meteu seu pau por trás na minha xoxota e iniciou os movimentos típicos de vai e vem. Estava tão gostoso que arreganhei mais as pernas para que ele enfiasse mais. Empolgado ele acelerou os movimentos, socava cada vez mais forte seu pau na minha xoxotinha. A essa altura eu já gemia com gosto! Gritava “mete papai, mete fundo” Que delícia aquela pau grande dentro de mim. Comecei a respiração cachorrinho, era mais excitante. Me apoiei na parede, pois seu corpo grande com a estocada do seu pau, acabava me desequilibrando. Seu pau ia cada vez mais fundo na minha xoxota, (nem o Beto, um ex meu conseguiu ir tão fundo!) Segurei suas mãos nos meus seios e apertei para que ele esmagasse meus peitinhos com a suas mãos grossas. Gemi gostoso! Seu pau latejava dentro de mim. Colei minha cara na parede do boxe e senti gozar na minha xoxotinha. Um jato quentinho de porra foi escorrendo perna abaixo. Que loucura! Tirou seu pau de dentro de mim, vi que ainda estava duro, sem pensar muito desci a minha boquinha para abocanhar aquela delicia! Ele fechou os olhos e segurou minha cabeça. “Putinha do papai, mostra que você cresceu”. Senti ainda o gosto da porra na cabecinha do seu pau, lambi a pontinha como quem lambe um sorvete e fui enroscando a minha língua no seu pau inteiro! Ele gemia e dobrava um pouco o joelho para que eu pudesse chupá-lo melhor. Desci a minha língua até a base do pau e fiquei sugando o gosto da porra recém derramada. Abocanhei o pau inteiro e chupei forte, senti os movimentos de vai e vem na minha boca, fiquei excitada em pensar que papai estava fodendo a minha boquinha. Senti os primeiros jatos de porra na minha boca e suguei até a última gotinha daquele melzinho! Papai ainda gemia quando começamos a sentir cheiro de queimado vindo da cozinha. Peguei o roupão que estava na porta do boxe, vesti e corri na cozinha para ver as panelas (pretinhas... a comida já era!). Papai veio atrás ainda pelado. Pareceu não se importar com as panelas, ainda estava excitado, segurou-me com força, tirou meu roupão e pôs-me sobre a mesa da cozinha. Montou em cima de mim, mas ainda não me penetrou, enfiou sua língua dentro da minha boca e me beijou gostoso, meus mamilos endureceram na hora. Desceu sua língua quente e úmida sobre meus mamilos durinhos e mamou no meu peitinho como um bezerro. Me contorci de tesão sobre a mesa. Segurei a cabeça dele com raiva para que me chupasse com mais força. ”Mama papai, mama nos meus peitinhos”. Fui ao delírio com as suas chupadas. Desceu a língua sobre meu umbiguinho e foi descendo até a xoxotinha já piscando para ser possuída. Passou a língua sobre meu grelinho já inchado de tesão. Ficou brincando com a língua sobre meu grelinho. Nossa, segurei as primeiras contrações do orgasmo, era mais gostoso quanto mais demorasse. “Chupa papai sua putinha, me fode gostoso” Gemia como a muito tempo não gemia. Senti um dos seus dedos no meu cuzinho e a sua língua quente entrou junto! Ele lambia com gosto, até que não agüentei mais e pedi que me penetrasse. Enfiou sua língua na minha xoxotinha, e fodeu-me com a língua mesmo! Senti meu corpo estremecer, já não gemia, urrava como uma cadela sendo comida por um cavalo. (Não sei se tal comparação existe, mas ser comida por um cavalo era a definição que eu dava a meu pai). O tesão se apossava de mim e o gozo explodiu na minha xoxotinha, papai sugou tudinho! Como era gostoso gozar! Papai levantou uma das minhas pernas, colocou no seu ombro, ainda excitado nesta posição me fodeu. Já não gemi como antes, mas deixei que me comesse do jeito que quisesse, era o meu pai e eu o amava. Tivemos muitas transas gostosas e nunca contei nada disso a minha mãe. Mas isso já é uma outra história...Beijos!!!
O que fiz pra comer minha Mãe
Comecei a ter tesão por minha mãe aos 13 anos, na época ela tinha 40,sempre fui punheteiro, mas até encontrar a calcinha usada de mamãe no banheiro, nem me passava pela cabeça querer come-la, só que quando peguei a calcinha o cheiro de buceta me deixou de excitado na hora, cheirava e lambia aquela calcinha enquanto punhetava, depois que gozei coloquei a calcinha no cesto de roupas sujas que era onde deveria estar.Pensei no que tinha feito a noite toda, dava tesão e remorso, mas no dia seguinte o tesão foi maior, quando ela entrou no banho não me controlei e fui espiar pelo buraco da fechadura, não acreditava na visão, sua buceta de labios rosados envolta numa selva de pelos pretos, seus seios grandes e pontudos e sua bunda gordinha me levaram ao delirio, punhetei até gozar gostoso, quando ela saiu do banho fui atrás da calcinha, lambia no feltro que estava úmido pelos liquidos vaginais até gozar novamente feito louco.Fiz disso um hábito, punheta vendo o banho e depois com a calcinha, até meus 20 anos esta era minha rotina, só parei pois fui estudar em outra cidade e raramente voltava para casa, se ela sabia que eu a desejava,contarei no próximo relato.Quando fui estudar fora de casa minha vida sexual se tornou intença, rolava muita putaria na república onde morava, mas mesmo assim o tesão por mamãe não diminuia, na maioria das vezes eu comia a mulherada de luz apagada só para imaginar que era mamãe que fodia comigo.Certa vez rolou uma festa na república e colocaram um remédinho na minha bebida, a tal da pílula do amor, como eu não sabia que colocaram no meu copo, no dia seguinte comentei com meu colega de quarto que tinha sonhado que fiz uma putaria com uma das gatas da festa, ele riu e respondeu:você não sonhou,fez!Não acreditei então ele falou da tal pílula e que este era o efeito, a pessoa se libera totalmente e no dia seguinte fica na dúvida se foi real ou sonho.Pois bem me formei e voltei a morar na casa dos meus pais, já estava com 25 anos e mamãe 52, meu tesão por ela parecia ser mais forte do que no passado,espiava ela e punhetava, até que resolvi fazer uma loucura, meu pai marcou uma viagem, comprei a tal da pílula e na noite que estavamos só eu e ela tentei a sorte, coloquei uma música e ficamos conversando na sala, depois de um tempo disse a ela que ia pegar um vinho para nós, dissolvi a pílula na taça dela e começamos a beber, minutos depois ela começou a ficar alegre e eufórica, abracei-a e começamos a dançar, quando nossos corpos se tocaram o calor dela e seu cheiro deixaram meu pau duro feito pedra,rapidamente ela percebeu,mas não disse nada,comecei a passar a mão em sua bunda e ela não dizia nada,era a certeza que eu queria,comecei a chupar seu pescoço , passar a língua em sua orelha deixando-a cada vez mais excitada, começamos a nos beijar ela sugava minha língua e eu me deleitando com o gosto de sua saliva,fomos pro quarto e num segundo estavamos nús, comecei a chupar aqueles peitos que tanto desejei,mas por pouco tempo, ela estava tão doida de tesão que começou a me chupar, engolia meu pau com tanta vontade que não aguentei e gozei logo,ainda com porra na boca ele veio e voltou a me beijar, que gosto maravilhoso a mistura da saliva dela com minha porra,então comecei a chupar sua buceta e seu cú,ela gozou sei lá quantas vezes,parei de chupar pois minha lingua estava cansada,comecei a foder sua buceta,gozei duas vezes sem tirar o pau de dentro dela.Ficamos nesta putaria até cairmos exaustos de sono, na manhã seguinte acordamos com o barulho do caminhão de gás, ela vira pra mim e fala ainda meio sonolenta que teve um sonho louco durante a noite,respondi que não foi sonho,ai que ela acordou de verdade e viu que estavamos nús,o clima ficou horrível ela chorou, pediu perdão a Deus,enfim uma merda,ela se levantou tomou um banho demorado e disse que nem sabia o que falar, mas que teriamos que conversar,disse mãe outra dia com a cabeça mais fria conversaremos,ela concordou..no próximo relato conto como foi nossa conversa.
COMIDA POR UM NEGÃO DENTRO DE UM ONIBUS LOTADO NA VOLTA DO TRABALHO PRA CASA
CAROS LEITORES; PARA ESCLARECER ALGUMAS DÚVIDAS, OS CONTOS DESTE AUTOR NÃO É DE UMA SÓ PESSOA, QUERO APENAS DIZER QUE SOU EU A RÉ, A VIVI E O JC, NÓS USAMOS O MESMO APELIDO ALMA GEMEA, MAS SOMOS TRÉS PESSOAS DISTINTAS.
EU SOU RÉ, AQUELA QUE O JC, MEU GOSTOSO AMANTE, JÁ RELATOU DOIS CONTOS CONOSCO. SOU REALMENTE LINDA COM MEU CORPO DE VIOLÃO: QUADRIS GRANDES, CINTURA DE PILÃO, BUMBUM GRANDE E MARAVILHOSO, SEIOS MÉDIOS E PONTIAGUDOS; COXAS GROSSAS E FIRMES, E O ROSTO LINDO. POIS BEM, HOJE EU VOU RELATAR ALGO PIRATORIO QUE ME ACONTECEU BEM RECENTE.
BOM EU VOU SEMPRE PRO MEU TRABALHO NO MEU CARRO, TRABALHO EM UM ORGÃO PUBLICO EM QUE SE PODE ATÉ IR DE SAIA, MAIS DESDE QUE SEJA UM CONJUNTINHO SOCIAL, (SAIA BLUSA E BLASER) NESSE ACONTECIDO EU ESTAVA USANDO UMA SAIA CINZA, BLUSA BRANCA DE SEDA E BLASER CINZA, UMA MINUSCULA CALCINHA BRANCA E SEM SOUTIAN.
POIS BEM, NESSE DIA EU ESTAVA SEM CARRO, POIS HAVIA DEIXANDO PARA QUE MEU PAI O LEVASSE PARA FAZER REVISÃO DE ROTINA E ACABEI TENDO QUE IR DE ONIBUS, NOSSA NEM SABIA MAIS COMO ERA ANDAR EM UM BUZÃO LOTADO, DE MANHÃ ATÉ QUE FOI TRANQUILO, MAIS NA VOLTA HUF, JÁ ERA QUASE 18:30 PEGUEI UM SUPER LOTADO, COMO TODO MUNDO TRABALHA O DIA TODO AQUELAS ROUPAS SUADAS CHEGAVAM A FEDER, NÃO TIVE COMO ME SENTAR E FUI ALI MESMO NO MEIO DO CORREDOR CHEIO DE GENTE PRA TUDO QUE É LADO, NO MEIO DAQUELE POVÃO, EU ME SEGURANDO PARA NÃO CAIR ESPREMIDA ENTRE AS PESSOAS, SENTI QUANDO UMA MÃO ENCAIXOU NO MEU RABO, VIREI O ROSTO DEPRESSA E FECHEI A CARA, VI UM NEGÃO COLADO EM MIM, ELE SEM GRAÇA RIU E TIROU SUA MÃO DO MEU RABO DE REPENTE NO BALANÇO DO ONIBUS, TODOS SE ESPREMENDO SETI NOVAMENTE UMA MÃO, SO QUE AGORA MAIS ATREVIDA, ME ABRAÇANDO E ENCHENDO MINHA BUCETA POR CIMA DA SAIA, APEZAR DO SUSTO ME ARREPIEI TODA, POIS NESSE MOVIMENTO O NEGÃO APROVEITOU E BEIJOU MEU OUVIDO, QUANDO O ONIBUS SE EQUILIBROU ELE TIROU A MÃO E SORRIU SINICAMENTE. EU APEZAR DE JÁ TER FEITO LOUCURAS COM O JC, NUNCA HAVIA IMAGINADO ALGO MALUCO DESSE TIPO, E APEZAR DO CANSAÇO E SUOR DO DIA DE TRABALHO, SENTI QUE MINHA BUCETA HAVIA GOSTADO DO TOQUE DO NEGÃO, EU ESTAVA TERMINANDO DE TER ESSE PENSAMENTO E SENTI UMA MÃO ALIZANDO MEU BUMBUM E SUBINDO UM POUCO MINHA SAIA, OLHEI PRA TRAZ E VI O NEGÃO ME APALPANDO E SINICAMENTE SORRIU E CONTINUOU COM A MÃO ALI, COMO EU HAVIA GOSTADO DAQUILO VIREI O ROSTO PRA FRENTE E DEIXEI ELE CONTINUAR.
NÃO DEMOROU E O DANADO DO NEGÃO JÁ TOCAVA NO FUNDINHO DE MINHA CALCINHA, ABRI DISCRETAMENTE AS PERNAS E ELE ENCHEU SUA MÃO NA MINHA BUCETA, QUE A ESSA ALTURA JÁ FERVIA E BABAVA DE DESEJO, SEM PENSAR, E IMAGINANDO QUE ELE IA APENAS ME MASTURBAR DEIXEI, ELE LOGO ENFIOU UM DEDO NA MINHA RACHA E FICOU BEIJANDO MEU PESCOÇO, DE REPENTE SENTI UMA COISA DURA E QUENTE ENTRE MINHAS COXAS E ELE SUSSURROU EM MEU OUVIDO ABRE SO MAIS UM POUQUINHO GOSTOSA, EU TOMADA PELO TEZÃO QUE ELE ESTAVA ME PROPORCIONANDO ABRI, FOI QUANDO ALGO MAIS MALUCO ACONTECEU, ELE ENCAIXOU A CABEÇA DE SEU CACETE NA MINHA FENDA JÁ TODA MELADA E NO BALANÇO DO ONIBUS FOI INTERRANDO ATÉ QUE MINHA BUCETA ENGOLIU TODO O SEU CACETE.
MINHA CABEÇA RODOU, POIS ERA MALUCO DEMAIS TUDO AQUILO, A SITUAÇÃO CONSTRANGEDORA E O DESEJO LOGO ME FEZ GOZAR PERFUMANDO O INTERIOR DO ONIBUS FÉTIDO COM MAIS UM CHEIRO, AGORA SO QUE DE SEXO, O NEGÃO LOGO GOZOU E COLOU AINDA MAIS EM MEU TRAZEIRO, ELE FICOU UM TEMPO AINDA LONGO COM SEU CACETE ATOLADO EM MINHA BUCETA ATÉ QUE O BICHO MURCHOU, ELE ENTÃO GUARDOU AQUILO EM SUAS CALÇAS E AJEITOU MINHA CALCINHA E ARRUMOU MINHA SAIA, UNS 10 MINUTOS DEPOIS O ONIBUS CHEGOU EM MINHA PARADA, DESCI COM AS PERNAS BAMBAS E A CABEÇA RODANDO, POIS NÃO CONSEGUIA ATINAR PRO TAMANHO DA LOUCURA QUE ACABEI DE VIVENCIAR, CHEGUEI EM CASA, E LOGO LIGUEI PRO JC, E COMBINAMOS DE NÓS ENCONTRAR PRA QUE ELE APAGASSE MEU FOGO, POIS AQUELA LOUCURA ME DEIXOU DE TAL FORMA QUE SE EU NÃO TERMINASSE AQUELA FODA EU PIRARIA.
EU SOU RÉ, AQUELA QUE O JC, MEU GOSTOSO AMANTE, JÁ RELATOU DOIS CONTOS CONOSCO. SOU REALMENTE LINDA COM MEU CORPO DE VIOLÃO: QUADRIS GRANDES, CINTURA DE PILÃO, BUMBUM GRANDE E MARAVILHOSO, SEIOS MÉDIOS E PONTIAGUDOS; COXAS GROSSAS E FIRMES, E O ROSTO LINDO. POIS BEM, HOJE EU VOU RELATAR ALGO PIRATORIO QUE ME ACONTECEU BEM RECENTE.
BOM EU VOU SEMPRE PRO MEU TRABALHO NO MEU CARRO, TRABALHO EM UM ORGÃO PUBLICO EM QUE SE PODE ATÉ IR DE SAIA, MAIS DESDE QUE SEJA UM CONJUNTINHO SOCIAL, (SAIA BLUSA E BLASER) NESSE ACONTECIDO EU ESTAVA USANDO UMA SAIA CINZA, BLUSA BRANCA DE SEDA E BLASER CINZA, UMA MINUSCULA CALCINHA BRANCA E SEM SOUTIAN.
POIS BEM, NESSE DIA EU ESTAVA SEM CARRO, POIS HAVIA DEIXANDO PARA QUE MEU PAI O LEVASSE PARA FAZER REVISÃO DE ROTINA E ACABEI TENDO QUE IR DE ONIBUS, NOSSA NEM SABIA MAIS COMO ERA ANDAR EM UM BUZÃO LOTADO, DE MANHÃ ATÉ QUE FOI TRANQUILO, MAIS NA VOLTA HUF, JÁ ERA QUASE 18:30 PEGUEI UM SUPER LOTADO, COMO TODO MUNDO TRABALHA O DIA TODO AQUELAS ROUPAS SUADAS CHEGAVAM A FEDER, NÃO TIVE COMO ME SENTAR E FUI ALI MESMO NO MEIO DO CORREDOR CHEIO DE GENTE PRA TUDO QUE É LADO, NO MEIO DAQUELE POVÃO, EU ME SEGURANDO PARA NÃO CAIR ESPREMIDA ENTRE AS PESSOAS, SENTI QUANDO UMA MÃO ENCAIXOU NO MEU RABO, VIREI O ROSTO DEPRESSA E FECHEI A CARA, VI UM NEGÃO COLADO EM MIM, ELE SEM GRAÇA RIU E TIROU SUA MÃO DO MEU RABO DE REPENTE NO BALANÇO DO ONIBUS, TODOS SE ESPREMENDO SETI NOVAMENTE UMA MÃO, SO QUE AGORA MAIS ATREVIDA, ME ABRAÇANDO E ENCHENDO MINHA BUCETA POR CIMA DA SAIA, APEZAR DO SUSTO ME ARREPIEI TODA, POIS NESSE MOVIMENTO O NEGÃO APROVEITOU E BEIJOU MEU OUVIDO, QUANDO O ONIBUS SE EQUILIBROU ELE TIROU A MÃO E SORRIU SINICAMENTE. EU APEZAR DE JÁ TER FEITO LOUCURAS COM O JC, NUNCA HAVIA IMAGINADO ALGO MALUCO DESSE TIPO, E APEZAR DO CANSAÇO E SUOR DO DIA DE TRABALHO, SENTI QUE MINHA BUCETA HAVIA GOSTADO DO TOQUE DO NEGÃO, EU ESTAVA TERMINANDO DE TER ESSE PENSAMENTO E SENTI UMA MÃO ALIZANDO MEU BUMBUM E SUBINDO UM POUCO MINHA SAIA, OLHEI PRA TRAZ E VI O NEGÃO ME APALPANDO E SINICAMENTE SORRIU E CONTINUOU COM A MÃO ALI, COMO EU HAVIA GOSTADO DAQUILO VIREI O ROSTO PRA FRENTE E DEIXEI ELE CONTINUAR.
NÃO DEMOROU E O DANADO DO NEGÃO JÁ TOCAVA NO FUNDINHO DE MINHA CALCINHA, ABRI DISCRETAMENTE AS PERNAS E ELE ENCHEU SUA MÃO NA MINHA BUCETA, QUE A ESSA ALTURA JÁ FERVIA E BABAVA DE DESEJO, SEM PENSAR, E IMAGINANDO QUE ELE IA APENAS ME MASTURBAR DEIXEI, ELE LOGO ENFIOU UM DEDO NA MINHA RACHA E FICOU BEIJANDO MEU PESCOÇO, DE REPENTE SENTI UMA COISA DURA E QUENTE ENTRE MINHAS COXAS E ELE SUSSURROU EM MEU OUVIDO ABRE SO MAIS UM POUQUINHO GOSTOSA, EU TOMADA PELO TEZÃO QUE ELE ESTAVA ME PROPORCIONANDO ABRI, FOI QUANDO ALGO MAIS MALUCO ACONTECEU, ELE ENCAIXOU A CABEÇA DE SEU CACETE NA MINHA FENDA JÁ TODA MELADA E NO BALANÇO DO ONIBUS FOI INTERRANDO ATÉ QUE MINHA BUCETA ENGOLIU TODO O SEU CACETE.
MINHA CABEÇA RODOU, POIS ERA MALUCO DEMAIS TUDO AQUILO, A SITUAÇÃO CONSTRANGEDORA E O DESEJO LOGO ME FEZ GOZAR PERFUMANDO O INTERIOR DO ONIBUS FÉTIDO COM MAIS UM CHEIRO, AGORA SO QUE DE SEXO, O NEGÃO LOGO GOZOU E COLOU AINDA MAIS EM MEU TRAZEIRO, ELE FICOU UM TEMPO AINDA LONGO COM SEU CACETE ATOLADO EM MINHA BUCETA ATÉ QUE O BICHO MURCHOU, ELE ENTÃO GUARDOU AQUILO EM SUAS CALÇAS E AJEITOU MINHA CALCINHA E ARRUMOU MINHA SAIA, UNS 10 MINUTOS DEPOIS O ONIBUS CHEGOU EM MINHA PARADA, DESCI COM AS PERNAS BAMBAS E A CABEÇA RODANDO, POIS NÃO CONSEGUIA ATINAR PRO TAMANHO DA LOUCURA QUE ACABEI DE VIVENCIAR, CHEGUEI EM CASA, E LOGO LIGUEI PRO JC, E COMBINAMOS DE NÓS ENCONTRAR PRA QUE ELE APAGASSE MEU FOGO, POIS AQUELA LOUCURA ME DEIXOU DE TAL FORMA QUE SE EU NÃO TERMINASSE AQUELA FODA EU PIRARIA.
TRAINDO MEU MARIDO E ENGOLINDO PORRA DO MEU ALUNO
CHIFREI O MEU MARIDO ENGOLINDO ESPERMA DO MEU ALUNO
Sou professora de línguas no Rio de Janeiro. Casada, 41 anos (sorry!), dois filhos e um marido lindo. Na verdade, sinto-me com muito menos que quarenta anos, e as pessoas me dizem que tenho um corpo super de menina e que sou bem conservada. Sei que isso não è mentira, pois tenho espelho em casa e, apesar de todos os defeitos que posso encontrar com o meu corpo, considero que faço um belo sucesso de biquini na praia. Tenho cabelos castanhos não muito longos e olhos verdes.
Até esta história ter acontecido, eu jamais tinha sido infiel ao meu marido. Temos uma vida sexual saudável, picante e variada. Ele viaja durante a semana e nos finais de semana, durante os últimos dez anos, descontamos o atraso com “trepadas inesquecíveis” (como ele costuma dizer).
Dou aulas particulares para executivos em empresas, que variam, de aulas individuais para aulas em grupos. Na maior parte, homens. Estou acostumada às suas cantadas baratas, e são poucos os que me respeitam até o final do semestre. Quase sempre caem no ridículo de me fazerem propostas indecentes e depois têm de arcar com a vergonha de terem sido desprezados.
Recentemente um aluno novo, transferido de São Paulo, começou um curso para poder melhor se comunicar com a matriz na Europa. Seu nome é Eduardo, tem 43 anos, moreno, em boa forma, de olhos castanhos e um lábio inferior carnudo, gostoso, que ao balançar quando fala chegava a amolecer as minhas pernas. Eduardo mostrou-se um homem extremamente simpático, repeitador e um aluno dos mais aplicados. Aprendia rapidamente com uma facilidade invejável e um charme irresistível. Contou-me que estava no Rio e sua família tinha ficado em São Paulo. Sim, era casado! Da mesma maneira que eu, teve filhos ainda jovem. Possuía um filho de 16 anos, um de 10 e um de 8. (Eu tenho uma filha de 15 e um filho de 13 anos). Sua família viria definitivamente para o Rio somente depois do Natal.
O que mais me perturbava em Eduardo era a maneira séria que ele se comportava na aula sempre olhando-me diretamente nos olhos. Seu olhar era tão penetrante que poucas vezes eu podia sustentar. Com o passar do tempo comecei a achar um desafio sustentar o seu olhar. Ainda assim, cada vez que seus olhos entravam pelos meus, aquilo começava a me dar uma coceirinha aqui em baixo e eu tinha a impressão que ele podia adivinhar que eu estava ficando vergonhosamente molhada.
Eduardo alguma vez ou outra me fez elogios discretos, elegantes, sobre minha beleza, ou minha juventude, ou meu perfume. Nunca nada escandaloso, mas com um charme que começou a mexer com as minhas fantasias. Depois de algumas semanas eu já não aguentava mais pra chegar a hora de minha aula com ele.
A oportunidade de um encontro mais íntimo surgiu na aula em que falamos sobre comidas, restaurantes, etc. Eu sempre levo meus alunos para jantar em um restaurante Francês e o tempo todo estamos proibidos de falar português. Sugeri então este programa e ele aceitou, sem hesitar. Busquei-o em seu apartamento e dirigi ao restaurante. Durante o jantar ele foi charmoso e educado, mas bem mais atrevido. Insistiu que eu deveria ir até o seu apartamento experimentar um vinho espanhol que ele tinha. Ri maliciosamente e disse que seria somente isso, e que eu sabia me defender, mas não disse que não. Ao final, ele agiu o tempo todo como se realmente fossemos à sua casa. E o tempo todo eu olhava para os lados pra ver se não tinha alguém conhecido. Eu sempre levava os meus alunos para jantar, mas naquele dia eu me sentia como se exalasse um perfume que se chamava claramente TRAIÇÃO.
Levei-o para o seu apartamento e ele indicou onde eu pudesse estacionar o carro. Subi com ele – o meu coração a mil! Super nervosa. Eu quase tremia. Ele deve ter percebido e me tratou com tranquilidade, acalmando-me sutilmente. Serviu-me o vinho e tomamos olhando-nos nos olhos. Depois disso ele se aproximou bem devagar do meu rosto e me deu um beijinho nos lábios. Um beijinho molhado, praticamente uma chupadinha nos meus lábios. Sorri nervosa e disse que era melhor a gente parar por ali. Ele não disse nada e veio beijar-me, de leve novamente. Desta vez acabei deixando minha linguinha passar por seus lábios, principalmente sentindo o peso daquele delicioso beiço que tentava me agarrar por baixo. Comecei a ficar extremamente excitada, mas algo me brecou. Pedi para pararmos por ali, pois eu iria para casa. Meus filhos poderiam estar ainda acordados e não seria legal chegar muito tarde.
Eduardo pediu licença, levantou-se e levou o vinho para a cozinha. Voltou para a sala e, antes que eu pudesse perceber, ficou em parado em pé, bem na minha frente, abriu o cinto, baixou o zíper e retirou um pau enorme pra fora da calça.
QUE PAU!!!
Considero meu marido muito bem dotado (19-20 cms), mas eu nunca tinha visto uma coisa daquele tamanho, ao vivo. Um pintão enorme, muito grosso e comprido, cheio. Não estava completamente duro, pois estava ainda caidão, balançando um pouco pra cima, endurecendo aos soquinhos. Tentei não olhar, e perguntei o que era que ele pretendia com aquilo. Enquanto ele me respondia com a mesma pergunta, eu percebi que não conseguia tirar os olhos daquele fabuloso CARALHO, como meu marido o teria chamado.
- Não consigo acreditar que você acabou de fazer isso, Eduardo! - disse eu, ainda de braços cruzados.
- Não consegue acreditar?- perguntou ele. Então toque pra crer?
Eu estava realmente com vontade de pegar num pinto grande. De bater uma punheta bem gostosa e ver um homem gozar com seu pau nas minhas mãos. Me sentia como uma menina. Mas no momento eu só dei uma risada nervosa e procurei olhar pra outro lugar.
Eduardo percebeu e perguntou, ainda em pé com aquele enorme cacete crescendo aos impulsos, acenando sua cabeçona para mim:
- O que houve, tem algum problema com o meu pinto?
Cínico. Naturalmente ele tinha perfeita noção que era extremamente bem dotado, que possuia um pinto para impressionar qualquer mulher. O que ele queria ouvir era um elogio ao seu porte.
- Problema nenhum com seu pinto - respondi, com um certo sorriso e uma olhadela naquele mastro, agora já totalmente na horizontal - O problema é que eu sou uma mulher casada e você é um homem casado.
- O PROBLEMA - corrigiu ele - é que eu estou morrendo de tesão por você e você está louca de vontade de segurar o meu pau e sentir ele inteiro em você, mas se isso não acontecer, amanhã nós estaremos lamentando.
Sua ousadia era revoltante e excitante. Ele estava certíssimo. Eu já não sabia mais o que fazer. Engoli em seco enquanto vi que ele começou a massagear o seu pau bem lenta e levemente. Meu aluno batendo uma punheta ali na minha cara, e eu me segurando para não ajudá-lo.
- Vamos lá – insistiu ele sorrindo – esta noite nós vamos ser safados – eu sou o seu puto e você vai ser a minha puta. Ou melhor: a puta do seu marido. Seu marido não te chama de puta quando vocês transam? Putinha? Então, hoje você vai ser a putinha dele! Vai chupar o pau de um outro homem até ele gozar na sua boca. Você vai ser tão puta que vai até engolir toda a porra deste outro homem.
Putinha! Era assim mesmo que o meu marido me chamava nas nossas trepadas mais fantásticas. E eu adorava me sentir uma putinha. Mas agora era a chance maior. Aquele homem fabuloso, lindo de morrer, charmosíssimo, alisando calmamente o seu pinto descomunal, duríssimo, sua cabeçona surgindo e desaparecendo em sua mão, a poucos centímetros do meu nariz, sabia realmente como me amolecer e como me deixar molhada. E se eu sucumbisse ao seu convite, seria uma coisa muito safada. Tinha tudo ali para que eu fosse uma PUTA! E como eu estava sendo atormentada por aquela sensação. Fiquei olhando nos seus olhos, com um meio sorriso nos lábios, secos. Passei a língua por eles, mas só percebi tarde demais.
- Tá te dando água na boca? – ele perguntou sem perder a chance – vem, coloca a boquinha aqui nesse canudinho que tem um leitinho bastante vitaminado.
Não consegui conter o riso e, antes que eu pudesse me dar conta, minhas mãos já estavam agarrando aquele caralho que pulsava na minha frente.
Puta pintão gostoso! Grosso como meu antebraço, enorme, com sua cabeçona quase do tamanho de um tomate. Assim que eu senti aquele cilindro de carne dura, quente nas minhas mãos, automaticamente abri a boca e fui aproximando-me lentamente da glande, girando com a lingua e sentindo a sua pontinha já melada.
- Ahhhhhhhh! – suspirou Eduardo – isso mesmo, assim , lambe gostoso, sua PUTINHA!
Brinquei um pouco com a língua na sua glande sem tirar os meus olhos dos dele. Fiz aquela carinha de safada que os homens gostam de ver quando recebem um boquete. Mas não resisti muito ali só com a língua e enfiei tudo o que pude na minha boca, afinal aquele pau era um banquete pra não ser desperdiçado.
- Isso, sua puta! – ele me dizia, agarrando minha cabeça pelos cabelos e fodendo a minha boca com o ritmo da chupada. Aquele pinto me entrava com dificuldade na boca. Acho que só menos da metade desaparecia em meus lábios, e cada vez que chegava ao fundo eu quase engasgava. Mas que delícia de sensação. Eu me sentia uma adolescente. Lembrava-me dos tempos do meu primeiro namorado com quem transei, o cara mais bem dotado que eu já conhecera até aquele momento. Ele tinha me ensinado quase tudo que sei em sexo. Fodíamos como dois coelhos. E seu pinto era enorme, delicioso! Adorava chupa-lo e engolir sua porra. Faziamos escondidos, às vezes com gente por perto. Só que depois que desmanchamos o namoro eu já estava mal acostumada, pois os homens com quem transei depois deixavam a desejar em comparação de tamanho. Foi só com meu marido que voltei a ter um amante mais bem dotado. Mas era naquele momento, ali, mais de desesseis anos depois de fielmente casada, que eu me encontrava com um outro pinto gigante, maior inclusive. Grosso, comprido, apontado para o meu rosto, saindo de um homem lindo com quem eu deveria ter uma relacão extritamente profissional, mas que eu agora chupava com apetite. Eu me senti safada, uma piranha, como se meu marido estivesse numa outra sala ali do lado, conversando com a esposa do Eduardo, e eu, PUTINHA, numa rapidinha ali, chupando o seu pau pra matar o nosso tesão.
- Putona gostosa! – continuou Eduardo – gosta de chupar um pau?
- Hummmhummmmm! – Respondi, olhando em seu rosto de felicidade e tentando formar um sorriso com a minha boca cheia de pinto.
- Já tinha feito um boquete que não fosse para o seu marido?
- Hummmhummmmm!
- Depois de casada???
Tirei a boca do seu pinto e disse : - Claro que não. Antes de casada! – e voltei a abocanhar aquela tora.
- Então essa é a primeira chifradinha ?
- Hummmhummmmm!
- E tá gostando?
- Hummmhummmmm!
- Tá gostando de ser uma puta de verdade? De chifrar o seu marido chupando o pau de outro homem?
Tirei mais uma vez a boca do seu pau e levantei-o bem, para que pudesse dar uma lambida bem grande em todo o seu comprimento, pela parte de baixo. Olhei para o seu rosto e falei enquanto o punhetava – estou adorando!
Tentei segurar o seu saco, mas a calça estava apertada. Larguei o pinto e baixei suas calças e sua cueca. Livrei o saco e acariciei-o, apreciando toda a envergadura daquele caralho. Ali na hora calculei que deveria ter uns 23 centímetros. Lambi o beiço e rosnei. – Ai, que pintão mais lindo!
-Chupa então sua putinha – ele dizia, enquanto eu voltava a xupetá-lo. – chupa que nem uma puta que eu quero gozar na sua boca.
Acelerei mais os movimentos da minha cabeça, mamando com a minha linguinha pra fora, coçando a sua glande por baixo. Comecei a bater mais punheta com as duas mãos a parte do seu pau que não cabia na minha boca.
- Quer engolir porra? – perguntou ele, já com a voz meio trêmula
- Hummmhummmmm! – respondi, chupando-o freneticamente.
- Posso gozar na sua boca então?
- Hummmhummmmm! – eu estava louca pra engolir todo o seu esperma.
- Quer que eu esporreie na sua boca então??? – disse ele quase gritando.
- HUMMMHUMMMMM! – respondi nervosa, quase gemendo, preparando-me para a explosão, mamando somente a sua glande, que por si só quase já enchia a minha boca.
- ENTÃO ENGOLE, SUA PUTA! – ordenou-me ele, segurando-me pelos cabelos com força enquanto seu corpo todo se contraía para ejacular uma quantidade anormal de esperma na minha boca. O primeiro jato quase me afogou. Para engolir continuamente eu tinha que mamar, mas outros jatos seguiam me enchendo a boca cada vez mais, sem que eu desse conta de engolir tudo. Antes que eu engasgasse, finalmente meus lábios explodiram esperma pelo meu queixo, minhas mãos e até no meu joelho.
- Engole – gemeu ele – engole tudo sua putinha, não vai me sujar o chão!
- Tirei a boca de seu cacete pra poder engolir melhor a porra que se acumulara na minha boca, mas assim que aquela cabeçona redonda e brilhante saiu dos meus labios, cuspiu-me furiosa um outro belo jato de porra na testa.
- VAI SUA PUTA, JÁ FALEI PRA ENGOLIR! – ele gritou. Fiquei com ódio de sua estupidez, mas mais excitada por estar agindo como uma puta e voltei a mamar vigorosamente naquele delicioso caralho quentinho que foi aos poucos esgotando suas reservas de leitinho na minha língua. Saboreei cada ejaculada apertando a língua contra o palato, o que fez o Eduardo pirar a cada vez que eu engolia.
Ao final, enquanto ele gemia seus últimos suspiros, agora sem me afogar com mais esperma, eu continuava enfiando todo aquele caralho na boca e tirando bem devagar, sugando e sorvendo toda a porra que cobria aquele cilindro de carne, ainda duro, mas agora mais macio, começando a pesar mais, brilhando e queimando como uma linguiça que acabou de sair da grelha.
Eduardo acariciou o meu rosto vigorosamente. Passou a mão pela porra na minha testa e sobrancelha e esfregou o meu cabelo, deixando-o todo melado. Canalha! Segurou-me pelo cabelo, levantou-me e beijou-me na boca, um beijo violento, onde sua lingua certamente provou do gosto da sua porra que eu ainda tinha na boca. Olhou-me com tesão e me largou.
Saí desesperada, para o banheiro. O cabelo não tinha mais jeito. Eu teria que me lavar em casa. Enxuguei a porra que escorrera pelo meu pescoço, despedi-me rapidamente dele e sai correndo do seu apartamento. Eduardo, meio sem saber o que fazer, só conseguiu me fazer prometer que ligaria pra ele assim que eu chegasse em casa.
No caminho eu tentava me convencer que nunca mais aquilo se repetiria, mas ao mesmo tempo eu me via sendo comida violentamente pelo Eduardo, no elevador, na praia, no carro. Eu sentia as sensações daquela fantástica esporreada na minha boca e ainda me achava incrivelmente atraída por aquele macho.
Cheguei em casa e meus filhos ainda estavam acordados.
Tranquei-me no quarto e liguei para o Eduardo.
Ele disse que queria mais. Fiquei meio muda, nervosa e ouriçada, somente ouvindo suas descrições de como ele queria me comer na próxima vez. Descreveu sua fantasia de nós transando de uma maneira meio violenta. Ele queria me enrabar. Continuei muda, mas super excitada ainda, tanto que comecei a me masturbar, coisa que há muito tempo não fazia. Ele dizia que queria me carregar até a minha cama – a MINHA cama, onde durmo com meu marido – e me comer a bundinha alí.
Aquilo me deixou louca. Apesar de sempre me doer um bocado, adoro um sexo anal. Como o pau grosso do meu marido me machuca um pouco, uma vez ele me apareceu com um vibrador, mais fininho que o seu pau, mas que frequentemente ele enfia em meu rabinho e me faz gozar enquanto ele goza ao mesmo tempo na minha xoxota.
Perguntei ao Eduardo se ele estava se masturbando e ele confirmou. Pedi pra que ele me descrevesse o que estava fazendo. Como ele não foi muito criativo, comecei a pedir com detalhes como EU queria que ele se masturbasse. Que ele acariciasse o seu saco, fizesse anéis com os seus dedos. Depois mandei ele ensaboar uma das mãos e pedi que com uma mão ele segurasse a base do pau bem forte e com a outra ensaboada ele batesse uma punheta só na chapeleta, apertando bastante. Pedi que ele me descrevesse. Ele perdeu o controle e em vinte segundos já estava gozando. Eu, encharcada, ainda não tinha gozado. Perguntei se ele tinha sujado o chão, mas ele disse que estava deitado, que tinha gozado na barriga.
Logo depois nos despedimos e ele desligou.
Ainda insaciada, pela primeira vez na vida, busquei o vibrador. Escondi-o debaixo do travesseiro, saí do quarto e verifiquei que meus filhos já estavam dormindo. Voltei, tranquei-me novamente e liguei para o meu marido. Acordei-o, mas fiquei toda melada pelo telefone. Falei que estava sentindo a sua falta. Sentindo falta do seu pau gostoso. Falei pra ele como eu queria que ele me comesse, utilizando as mesmas palavras que o Eduardo descrevera a sua fantasia um pouco antes. Meu marido ficou doido, apesar de eu ter ligado muito tarde. Eu me masturbava com o vibrador, e enquanto descrevia o sexo anal que queria que ele me fizesse na beira da cama, enfiei o vibrador na bundinha. Ele me entrou macio, enquanto meus dedos se enxarcavam na minha xoxota.
Gozei gostoso, e pedi ao meu marido que não gozasse. Que guardasse sua porra para mim. Ele me xingou – de brincadeira – e disse que táva difícil, mas que iria tentar.
Na sexta feira eu fui buscar o meu marido no Aeroporto e fiz que ele dirigisse de volta pra casa enquanto eu o chupava. Não deixei ele gozar. Ao chegar em casa, com nossos filhos ja saídos para a noite, sentei-me no sofá e deixei-o em pé, na minha frente. Repeti todo o processo que tinha feito com o Eduardo. O pau do Cláudio, meu marido, parecia que iria explodir de tão duro. E ele provou que guardara a sua porra: acabou me dando um belo chafariz de esperma no rosto. Direcionei os jatos para a minha boca. Melei toda a cara e continuei chupando-o.
- Adoro engolir sua porra! – eu disse, bem com um jeito de puta. E ao mesmo tempo pensei como tinha sido bom engolir a porra do meu aluno, Eduardo.
Fomos para o quarto e ele me chupou a xoxota até eu atingir um orgasmo delicioso e ele voltar a ficar no ponto. Depois de uma maratona de posições ele me colocou de quatro na beira da cama e me enterrou seu cacete fundo na minha bundinha. Quase desfaleci de dor e tesão. Foi uma das minhas melhores trepadas, e o tempo todo eu estava fantasiando com o Eduardo.
Depois disso o meu affair ficaria muito mais intenso, entre eu e o Eduardo. E pra completar, as nossas famílias iriam se envolver de uma maneira inesperada. Mas são outras histórias, que valerão ainda muitos outros contos.
Sou professora de línguas no Rio de Janeiro. Casada, 41 anos (sorry!), dois filhos e um marido lindo. Na verdade, sinto-me com muito menos que quarenta anos, e as pessoas me dizem que tenho um corpo super de menina e que sou bem conservada. Sei que isso não è mentira, pois tenho espelho em casa e, apesar de todos os defeitos que posso encontrar com o meu corpo, considero que faço um belo sucesso de biquini na praia. Tenho cabelos castanhos não muito longos e olhos verdes.
Até esta história ter acontecido, eu jamais tinha sido infiel ao meu marido. Temos uma vida sexual saudável, picante e variada. Ele viaja durante a semana e nos finais de semana, durante os últimos dez anos, descontamos o atraso com “trepadas inesquecíveis” (como ele costuma dizer).
Dou aulas particulares para executivos em empresas, que variam, de aulas individuais para aulas em grupos. Na maior parte, homens. Estou acostumada às suas cantadas baratas, e são poucos os que me respeitam até o final do semestre. Quase sempre caem no ridículo de me fazerem propostas indecentes e depois têm de arcar com a vergonha de terem sido desprezados.
Recentemente um aluno novo, transferido de São Paulo, começou um curso para poder melhor se comunicar com a matriz na Europa. Seu nome é Eduardo, tem 43 anos, moreno, em boa forma, de olhos castanhos e um lábio inferior carnudo, gostoso, que ao balançar quando fala chegava a amolecer as minhas pernas. Eduardo mostrou-se um homem extremamente simpático, repeitador e um aluno dos mais aplicados. Aprendia rapidamente com uma facilidade invejável e um charme irresistível. Contou-me que estava no Rio e sua família tinha ficado em São Paulo. Sim, era casado! Da mesma maneira que eu, teve filhos ainda jovem. Possuía um filho de 16 anos, um de 10 e um de 8. (Eu tenho uma filha de 15 e um filho de 13 anos). Sua família viria definitivamente para o Rio somente depois do Natal.
O que mais me perturbava em Eduardo era a maneira séria que ele se comportava na aula sempre olhando-me diretamente nos olhos. Seu olhar era tão penetrante que poucas vezes eu podia sustentar. Com o passar do tempo comecei a achar um desafio sustentar o seu olhar. Ainda assim, cada vez que seus olhos entravam pelos meus, aquilo começava a me dar uma coceirinha aqui em baixo e eu tinha a impressão que ele podia adivinhar que eu estava ficando vergonhosamente molhada.
Eduardo alguma vez ou outra me fez elogios discretos, elegantes, sobre minha beleza, ou minha juventude, ou meu perfume. Nunca nada escandaloso, mas com um charme que começou a mexer com as minhas fantasias. Depois de algumas semanas eu já não aguentava mais pra chegar a hora de minha aula com ele.
A oportunidade de um encontro mais íntimo surgiu na aula em que falamos sobre comidas, restaurantes, etc. Eu sempre levo meus alunos para jantar em um restaurante Francês e o tempo todo estamos proibidos de falar português. Sugeri então este programa e ele aceitou, sem hesitar. Busquei-o em seu apartamento e dirigi ao restaurante. Durante o jantar ele foi charmoso e educado, mas bem mais atrevido. Insistiu que eu deveria ir até o seu apartamento experimentar um vinho espanhol que ele tinha. Ri maliciosamente e disse que seria somente isso, e que eu sabia me defender, mas não disse que não. Ao final, ele agiu o tempo todo como se realmente fossemos à sua casa. E o tempo todo eu olhava para os lados pra ver se não tinha alguém conhecido. Eu sempre levava os meus alunos para jantar, mas naquele dia eu me sentia como se exalasse um perfume que se chamava claramente TRAIÇÃO.
Levei-o para o seu apartamento e ele indicou onde eu pudesse estacionar o carro. Subi com ele – o meu coração a mil! Super nervosa. Eu quase tremia. Ele deve ter percebido e me tratou com tranquilidade, acalmando-me sutilmente. Serviu-me o vinho e tomamos olhando-nos nos olhos. Depois disso ele se aproximou bem devagar do meu rosto e me deu um beijinho nos lábios. Um beijinho molhado, praticamente uma chupadinha nos meus lábios. Sorri nervosa e disse que era melhor a gente parar por ali. Ele não disse nada e veio beijar-me, de leve novamente. Desta vez acabei deixando minha linguinha passar por seus lábios, principalmente sentindo o peso daquele delicioso beiço que tentava me agarrar por baixo. Comecei a ficar extremamente excitada, mas algo me brecou. Pedi para pararmos por ali, pois eu iria para casa. Meus filhos poderiam estar ainda acordados e não seria legal chegar muito tarde.
Eduardo pediu licença, levantou-se e levou o vinho para a cozinha. Voltou para a sala e, antes que eu pudesse perceber, ficou em parado em pé, bem na minha frente, abriu o cinto, baixou o zíper e retirou um pau enorme pra fora da calça.
QUE PAU!!!
Considero meu marido muito bem dotado (19-20 cms), mas eu nunca tinha visto uma coisa daquele tamanho, ao vivo. Um pintão enorme, muito grosso e comprido, cheio. Não estava completamente duro, pois estava ainda caidão, balançando um pouco pra cima, endurecendo aos soquinhos. Tentei não olhar, e perguntei o que era que ele pretendia com aquilo. Enquanto ele me respondia com a mesma pergunta, eu percebi que não conseguia tirar os olhos daquele fabuloso CARALHO, como meu marido o teria chamado.
- Não consigo acreditar que você acabou de fazer isso, Eduardo! - disse eu, ainda de braços cruzados.
- Não consegue acreditar?- perguntou ele. Então toque pra crer?
Eu estava realmente com vontade de pegar num pinto grande. De bater uma punheta bem gostosa e ver um homem gozar com seu pau nas minhas mãos. Me sentia como uma menina. Mas no momento eu só dei uma risada nervosa e procurei olhar pra outro lugar.
Eduardo percebeu e perguntou, ainda em pé com aquele enorme cacete crescendo aos impulsos, acenando sua cabeçona para mim:
- O que houve, tem algum problema com o meu pinto?
Cínico. Naturalmente ele tinha perfeita noção que era extremamente bem dotado, que possuia um pinto para impressionar qualquer mulher. O que ele queria ouvir era um elogio ao seu porte.
- Problema nenhum com seu pinto - respondi, com um certo sorriso e uma olhadela naquele mastro, agora já totalmente na horizontal - O problema é que eu sou uma mulher casada e você é um homem casado.
- O PROBLEMA - corrigiu ele - é que eu estou morrendo de tesão por você e você está louca de vontade de segurar o meu pau e sentir ele inteiro em você, mas se isso não acontecer, amanhã nós estaremos lamentando.
Sua ousadia era revoltante e excitante. Ele estava certíssimo. Eu já não sabia mais o que fazer. Engoli em seco enquanto vi que ele começou a massagear o seu pau bem lenta e levemente. Meu aluno batendo uma punheta ali na minha cara, e eu me segurando para não ajudá-lo.
- Vamos lá – insistiu ele sorrindo – esta noite nós vamos ser safados – eu sou o seu puto e você vai ser a minha puta. Ou melhor: a puta do seu marido. Seu marido não te chama de puta quando vocês transam? Putinha? Então, hoje você vai ser a putinha dele! Vai chupar o pau de um outro homem até ele gozar na sua boca. Você vai ser tão puta que vai até engolir toda a porra deste outro homem.
Putinha! Era assim mesmo que o meu marido me chamava nas nossas trepadas mais fantásticas. E eu adorava me sentir uma putinha. Mas agora era a chance maior. Aquele homem fabuloso, lindo de morrer, charmosíssimo, alisando calmamente o seu pinto descomunal, duríssimo, sua cabeçona surgindo e desaparecendo em sua mão, a poucos centímetros do meu nariz, sabia realmente como me amolecer e como me deixar molhada. E se eu sucumbisse ao seu convite, seria uma coisa muito safada. Tinha tudo ali para que eu fosse uma PUTA! E como eu estava sendo atormentada por aquela sensação. Fiquei olhando nos seus olhos, com um meio sorriso nos lábios, secos. Passei a língua por eles, mas só percebi tarde demais.
- Tá te dando água na boca? – ele perguntou sem perder a chance – vem, coloca a boquinha aqui nesse canudinho que tem um leitinho bastante vitaminado.
Não consegui conter o riso e, antes que eu pudesse me dar conta, minhas mãos já estavam agarrando aquele caralho que pulsava na minha frente.
Puta pintão gostoso! Grosso como meu antebraço, enorme, com sua cabeçona quase do tamanho de um tomate. Assim que eu senti aquele cilindro de carne dura, quente nas minhas mãos, automaticamente abri a boca e fui aproximando-me lentamente da glande, girando com a lingua e sentindo a sua pontinha já melada.
- Ahhhhhhhh! – suspirou Eduardo – isso mesmo, assim , lambe gostoso, sua PUTINHA!
Brinquei um pouco com a língua na sua glande sem tirar os meus olhos dos dele. Fiz aquela carinha de safada que os homens gostam de ver quando recebem um boquete. Mas não resisti muito ali só com a língua e enfiei tudo o que pude na minha boca, afinal aquele pau era um banquete pra não ser desperdiçado.
- Isso, sua puta! – ele me dizia, agarrando minha cabeça pelos cabelos e fodendo a minha boca com o ritmo da chupada. Aquele pinto me entrava com dificuldade na boca. Acho que só menos da metade desaparecia em meus lábios, e cada vez que chegava ao fundo eu quase engasgava. Mas que delícia de sensação. Eu me sentia uma adolescente. Lembrava-me dos tempos do meu primeiro namorado com quem transei, o cara mais bem dotado que eu já conhecera até aquele momento. Ele tinha me ensinado quase tudo que sei em sexo. Fodíamos como dois coelhos. E seu pinto era enorme, delicioso! Adorava chupa-lo e engolir sua porra. Faziamos escondidos, às vezes com gente por perto. Só que depois que desmanchamos o namoro eu já estava mal acostumada, pois os homens com quem transei depois deixavam a desejar em comparação de tamanho. Foi só com meu marido que voltei a ter um amante mais bem dotado. Mas era naquele momento, ali, mais de desesseis anos depois de fielmente casada, que eu me encontrava com um outro pinto gigante, maior inclusive. Grosso, comprido, apontado para o meu rosto, saindo de um homem lindo com quem eu deveria ter uma relacão extritamente profissional, mas que eu agora chupava com apetite. Eu me senti safada, uma piranha, como se meu marido estivesse numa outra sala ali do lado, conversando com a esposa do Eduardo, e eu, PUTINHA, numa rapidinha ali, chupando o seu pau pra matar o nosso tesão.
- Putona gostosa! – continuou Eduardo – gosta de chupar um pau?
- Hummmhummmmm! – Respondi, olhando em seu rosto de felicidade e tentando formar um sorriso com a minha boca cheia de pinto.
- Já tinha feito um boquete que não fosse para o seu marido?
- Hummmhummmmm!
- Depois de casada???
Tirei a boca do seu pinto e disse : - Claro que não. Antes de casada! – e voltei a abocanhar aquela tora.
- Então essa é a primeira chifradinha ?
- Hummmhummmmm!
- E tá gostando?
- Hummmhummmmm!
- Tá gostando de ser uma puta de verdade? De chifrar o seu marido chupando o pau de outro homem?
Tirei mais uma vez a boca do seu pau e levantei-o bem, para que pudesse dar uma lambida bem grande em todo o seu comprimento, pela parte de baixo. Olhei para o seu rosto e falei enquanto o punhetava – estou adorando!
Tentei segurar o seu saco, mas a calça estava apertada. Larguei o pinto e baixei suas calças e sua cueca. Livrei o saco e acariciei-o, apreciando toda a envergadura daquele caralho. Ali na hora calculei que deveria ter uns 23 centímetros. Lambi o beiço e rosnei. – Ai, que pintão mais lindo!
-Chupa então sua putinha – ele dizia, enquanto eu voltava a xupetá-lo. – chupa que nem uma puta que eu quero gozar na sua boca.
Acelerei mais os movimentos da minha cabeça, mamando com a minha linguinha pra fora, coçando a sua glande por baixo. Comecei a bater mais punheta com as duas mãos a parte do seu pau que não cabia na minha boca.
- Quer engolir porra? – perguntou ele, já com a voz meio trêmula
- Hummmhummmmm! – respondi, chupando-o freneticamente.
- Posso gozar na sua boca então?
- Hummmhummmmm! – eu estava louca pra engolir todo o seu esperma.
- Quer que eu esporreie na sua boca então??? – disse ele quase gritando.
- HUMMMHUMMMMM! – respondi nervosa, quase gemendo, preparando-me para a explosão, mamando somente a sua glande, que por si só quase já enchia a minha boca.
- ENTÃO ENGOLE, SUA PUTA! – ordenou-me ele, segurando-me pelos cabelos com força enquanto seu corpo todo se contraía para ejacular uma quantidade anormal de esperma na minha boca. O primeiro jato quase me afogou. Para engolir continuamente eu tinha que mamar, mas outros jatos seguiam me enchendo a boca cada vez mais, sem que eu desse conta de engolir tudo. Antes que eu engasgasse, finalmente meus lábios explodiram esperma pelo meu queixo, minhas mãos e até no meu joelho.
- Engole – gemeu ele – engole tudo sua putinha, não vai me sujar o chão!
- Tirei a boca de seu cacete pra poder engolir melhor a porra que se acumulara na minha boca, mas assim que aquela cabeçona redonda e brilhante saiu dos meus labios, cuspiu-me furiosa um outro belo jato de porra na testa.
- VAI SUA PUTA, JÁ FALEI PRA ENGOLIR! – ele gritou. Fiquei com ódio de sua estupidez, mas mais excitada por estar agindo como uma puta e voltei a mamar vigorosamente naquele delicioso caralho quentinho que foi aos poucos esgotando suas reservas de leitinho na minha língua. Saboreei cada ejaculada apertando a língua contra o palato, o que fez o Eduardo pirar a cada vez que eu engolia.
Ao final, enquanto ele gemia seus últimos suspiros, agora sem me afogar com mais esperma, eu continuava enfiando todo aquele caralho na boca e tirando bem devagar, sugando e sorvendo toda a porra que cobria aquele cilindro de carne, ainda duro, mas agora mais macio, começando a pesar mais, brilhando e queimando como uma linguiça que acabou de sair da grelha.
Eduardo acariciou o meu rosto vigorosamente. Passou a mão pela porra na minha testa e sobrancelha e esfregou o meu cabelo, deixando-o todo melado. Canalha! Segurou-me pelo cabelo, levantou-me e beijou-me na boca, um beijo violento, onde sua lingua certamente provou do gosto da sua porra que eu ainda tinha na boca. Olhou-me com tesão e me largou.
Saí desesperada, para o banheiro. O cabelo não tinha mais jeito. Eu teria que me lavar em casa. Enxuguei a porra que escorrera pelo meu pescoço, despedi-me rapidamente dele e sai correndo do seu apartamento. Eduardo, meio sem saber o que fazer, só conseguiu me fazer prometer que ligaria pra ele assim que eu chegasse em casa.
No caminho eu tentava me convencer que nunca mais aquilo se repetiria, mas ao mesmo tempo eu me via sendo comida violentamente pelo Eduardo, no elevador, na praia, no carro. Eu sentia as sensações daquela fantástica esporreada na minha boca e ainda me achava incrivelmente atraída por aquele macho.
Cheguei em casa e meus filhos ainda estavam acordados.
Tranquei-me no quarto e liguei para o Eduardo.
Ele disse que queria mais. Fiquei meio muda, nervosa e ouriçada, somente ouvindo suas descrições de como ele queria me comer na próxima vez. Descreveu sua fantasia de nós transando de uma maneira meio violenta. Ele queria me enrabar. Continuei muda, mas super excitada ainda, tanto que comecei a me masturbar, coisa que há muito tempo não fazia. Ele dizia que queria me carregar até a minha cama – a MINHA cama, onde durmo com meu marido – e me comer a bundinha alí.
Aquilo me deixou louca. Apesar de sempre me doer um bocado, adoro um sexo anal. Como o pau grosso do meu marido me machuca um pouco, uma vez ele me apareceu com um vibrador, mais fininho que o seu pau, mas que frequentemente ele enfia em meu rabinho e me faz gozar enquanto ele goza ao mesmo tempo na minha xoxota.
Perguntei ao Eduardo se ele estava se masturbando e ele confirmou. Pedi pra que ele me descrevesse o que estava fazendo. Como ele não foi muito criativo, comecei a pedir com detalhes como EU queria que ele se masturbasse. Que ele acariciasse o seu saco, fizesse anéis com os seus dedos. Depois mandei ele ensaboar uma das mãos e pedi que com uma mão ele segurasse a base do pau bem forte e com a outra ensaboada ele batesse uma punheta só na chapeleta, apertando bastante. Pedi que ele me descrevesse. Ele perdeu o controle e em vinte segundos já estava gozando. Eu, encharcada, ainda não tinha gozado. Perguntei se ele tinha sujado o chão, mas ele disse que estava deitado, que tinha gozado na barriga.
Logo depois nos despedimos e ele desligou.
Ainda insaciada, pela primeira vez na vida, busquei o vibrador. Escondi-o debaixo do travesseiro, saí do quarto e verifiquei que meus filhos já estavam dormindo. Voltei, tranquei-me novamente e liguei para o meu marido. Acordei-o, mas fiquei toda melada pelo telefone. Falei que estava sentindo a sua falta. Sentindo falta do seu pau gostoso. Falei pra ele como eu queria que ele me comesse, utilizando as mesmas palavras que o Eduardo descrevera a sua fantasia um pouco antes. Meu marido ficou doido, apesar de eu ter ligado muito tarde. Eu me masturbava com o vibrador, e enquanto descrevia o sexo anal que queria que ele me fizesse na beira da cama, enfiei o vibrador na bundinha. Ele me entrou macio, enquanto meus dedos se enxarcavam na minha xoxota.
Gozei gostoso, e pedi ao meu marido que não gozasse. Que guardasse sua porra para mim. Ele me xingou – de brincadeira – e disse que táva difícil, mas que iria tentar.
Na sexta feira eu fui buscar o meu marido no Aeroporto e fiz que ele dirigisse de volta pra casa enquanto eu o chupava. Não deixei ele gozar. Ao chegar em casa, com nossos filhos ja saídos para a noite, sentei-me no sofá e deixei-o em pé, na minha frente. Repeti todo o processo que tinha feito com o Eduardo. O pau do Cláudio, meu marido, parecia que iria explodir de tão duro. E ele provou que guardara a sua porra: acabou me dando um belo chafariz de esperma no rosto. Direcionei os jatos para a minha boca. Melei toda a cara e continuei chupando-o.
- Adoro engolir sua porra! – eu disse, bem com um jeito de puta. E ao mesmo tempo pensei como tinha sido bom engolir a porra do meu aluno, Eduardo.
Fomos para o quarto e ele me chupou a xoxota até eu atingir um orgasmo delicioso e ele voltar a ficar no ponto. Depois de uma maratona de posições ele me colocou de quatro na beira da cama e me enterrou seu cacete fundo na minha bundinha. Quase desfaleci de dor e tesão. Foi uma das minhas melhores trepadas, e o tempo todo eu estava fantasiando com o Eduardo.
Depois disso o meu affair ficaria muito mais intenso, entre eu e o Eduardo. E pra completar, as nossas famílias iriam se envolver de uma maneira inesperada. Mas são outras histórias, que valerão ainda muitos outros contos.
Assinar:
Postagens (Atom)